Entre os produtos que mais contribuíram para o resultado do primeiro trimestre estão algodão, arroz, milho e soja.
Agência Brasil
A agropecuária foi a principal responsável pelo crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no primeiro trimestre de 2011, com salto de 3,3% no período, a maior taxa de expansão entre todos os setores da economia. Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o aumento foi puxado, principalmente, pelos ganhos de produtividade, que devem levar a uma safra de grãos e fibras estimada em 159 milhões de toneladas.
Entre os produtos que mais contribuíram para o resultado do primeiro trimestre, por causa da colheita no período, estão algodão, arroz, milho e soja.
Na comparação com os três primeiros meses de 2010, a agropecuária apresentou crescimento de 3,1%. A Superintendência Técnica da CNA avaliou que os próximos levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial do produto interno, devem apresentar resultados ainda mais positivos para o setor agropecuário, pois, além do resultado final da safra de grãos, vai contemplar o período em que se deu a recuperação de preços do agronegócio. A estimativa da confederação é que o PIB do setor feche 2011 com elevação de 9%.
Fonte: Gazeta Web
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Agricultores colhem algodão colorido em Água Branca
A retomada da cultura do algodão no Sertão alagoano já está dando resultados no município de Água Branca, onde agricultores fizeram a colheita e agora trabalham no beneficiamento do produto.
Na comunidade Quixabeira, zona rural de Água Branca, eles obtiveram o algodão em sua cor normal (branca) e também uma variedade colorida (marrom). No local, foi implantada uma unidade de beneficiamento e uma minitecelagem, onde são trabalhadas as duas variedades.
Os próprios moradores cuidam da primeira etapa do beneficiamento, que consiste em fazer o descaroçamento, e já produzem mantas, redes e tapetes. Mas a maior parte da produção, após a primeira etapa de trabalho ainda na comunidade, é enviada para a Fábrica da Pedra, em Delmiro Gouveia. O algodão colorido será enviado para Campina Grande (PB), onde será processado para obtenção de peças mais trabalhadas.
A retomada da cultura do algodão no município faz parte de um projeto da Embrapa Algodão, sediada em Campina Grande, na Paraíba, em parceria com o Comitê de Entidades Públicas no Combate à Fome e pela Vida (Coep), e com assistência técnica da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri-AL), além da parceria da Secretaria Municipal de Agricultura.
Segundo a engenheira agrônoma Rosângela Marcolino Duarte, que acompanha o cultivo do algodão na comunidade, com o beneficiamento, a renda dos produtores vai melhorar. “Eles estão agregando valor ao produto”, citou. “Além disso, essa retomada da cultura pode atrair outros produtores para a atividade”, salientou.
O projeto para retomada da cultura do algodão em Água Branca teve início em 2002. No ano seguinte, foi instalada a miniusina para beneficiamento. Atualmente, 15 agricultores das comunidades Quixabeira, Covões de Cima e Maxi são beneficiados.
Para o experimento com o algodão colorido, foi usado um hectare comunitário. A produção colhida em 2010 foi de 164 quilos de pluma. A produção total do algodão em sua cor normal (branca) foi de 2.180 quilos.
Parceria – A miniusina para beneficiamento de algodão na comunidade Quixabeira chamou a atenção da Emater de Sergipe, que já visitou o local. Agora, parte da produção dos agricultores do Estado vizinho será trazida para beneficiamento em Água Branca.
“Outro item dessa parceria é que os técnicos da Emater de Sergipe farão um experimento em Quixabeira com sementes de algodão C1, de excelente qualidade, num plantio consorciado com feijão”, destacou a engenheira agrônoma Rosângela Marcolino Duarte.
Fonte: Aqui Acontece
Na comunidade Quixabeira, zona rural de Água Branca, eles obtiveram o algodão em sua cor normal (branca) e também uma variedade colorida (marrom). No local, foi implantada uma unidade de beneficiamento e uma minitecelagem, onde são trabalhadas as duas variedades.
Os próprios moradores cuidam da primeira etapa do beneficiamento, que consiste em fazer o descaroçamento, e já produzem mantas, redes e tapetes. Mas a maior parte da produção, após a primeira etapa de trabalho ainda na comunidade, é enviada para a Fábrica da Pedra, em Delmiro Gouveia. O algodão colorido será enviado para Campina Grande (PB), onde será processado para obtenção de peças mais trabalhadas.
A retomada da cultura do algodão no município faz parte de um projeto da Embrapa Algodão, sediada em Campina Grande, na Paraíba, em parceria com o Comitê de Entidades Públicas no Combate à Fome e pela Vida (Coep), e com assistência técnica da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri-AL), além da parceria da Secretaria Municipal de Agricultura.
Segundo a engenheira agrônoma Rosângela Marcolino Duarte, que acompanha o cultivo do algodão na comunidade, com o beneficiamento, a renda dos produtores vai melhorar. “Eles estão agregando valor ao produto”, citou. “Além disso, essa retomada da cultura pode atrair outros produtores para a atividade”, salientou.
O projeto para retomada da cultura do algodão em Água Branca teve início em 2002. No ano seguinte, foi instalada a miniusina para beneficiamento. Atualmente, 15 agricultores das comunidades Quixabeira, Covões de Cima e Maxi são beneficiados.
Para o experimento com o algodão colorido, foi usado um hectare comunitário. A produção colhida em 2010 foi de 164 quilos de pluma. A produção total do algodão em sua cor normal (branca) foi de 2.180 quilos.
Parceria – A miniusina para beneficiamento de algodão na comunidade Quixabeira chamou a atenção da Emater de Sergipe, que já visitou o local. Agora, parte da produção dos agricultores do Estado vizinho será trazida para beneficiamento em Água Branca.
“Outro item dessa parceria é que os técnicos da Emater de Sergipe farão um experimento em Quixabeira com sementes de algodão C1, de excelente qualidade, num plantio consorciado com feijão”, destacou a engenheira agrônoma Rosângela Marcolino Duarte.
Fonte: Aqui Acontece
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