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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Embrapa faz evento para combater pirataria do algodão colorido

Embrapa realiza evento para combater a pirataria do algodão colorido

O algodão colorido, produto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que vem se consolidando como uma importante fonte de renda para agricultores de todo o nordeste, está enfrentando um sério problema nos últimos meses. Vários produtores estão reclamando da venda de algodão colorido “pirata”. A fibra estaria sendo tingida artificialmente e comercializada como se fosse o algodão colorido natural, desenvolvido na Embrapa Algodão.

Para tentar achar uma solução para essa problemática a Embrapa Algodão vai realizar, na próxima sexta-feira, dia 15, uma reunião que contará com a participação dos empregados da Unidade, representantes do Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas Empresas (SEBRAE), empresários que trabalham com confecção de roupas à base de algodão colorido e produtores do algodão colorido e do público em geral. A reunião acontece a partir das 14 horas no auditório principal da Unidade.

A supervisora do Setor de Prospecção de Demanda, Articulação e Avaliação de Produtos Tecnológicos da Embrapa Algodão, Virginia de Souza Columbiano Barbosa, explicou a importância dessa reunião para a cadeia produtora do algodão colorido. “Esse problema da pirataria do algodão colorido vem prejudicando muito os produtores que trabalham com a fibra naturalmente tingida. O que está sendo feito é o tingimento artificial, com corantes químicos da pluma do algodão. Depois desse processo, estão comercializando o algodão como se fosse colorido natural, que é o produto desenvolvido pela Embrapa”, declarou.

Essa prática pode ser considerada um crime já que a Embrapa certifica todos os produtos que desenvolve. No caso do algodão colorido a Empresa patenteou uma marca para a comercialização do produto. “A Embrapa criou a marca 'Algodão Cor Natural'. Essa marca é atribuída aos produtos certificados pela Empresa. Todos levam o selo que garante sua autenticidade e procedência”, acrescentou Virginia. Esses selo de garantia de autenticidade é uma das alternativas para inibir a pirataria que será apresentada na reunião da próxima sexta-feira.


Fonte: PB Agora

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Embrapa Algodão comemora 36 anos de contribuições para a agricultura brasileira

Com a missão de desenvolver tecnologias, produtos e serviços que auxiliem os produtores de algodão, mamona, amendoim, gergelim e pinhão manso, a Embrapa Algodão completou 36 anos de atuação no dia 16 de abril de 2011. Criada em 1975, a Embrapa Algodão é uma das 47 unidades descentralizadas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).



Atualmente, a Unidade conta com 204 empregados, sendo 57 pesquisadores, 33 analistas e 114 assistentes. Além da Sede, localizada em Campina Grande, na Paraíba, a Embrapa Algodão possui oito campos experimentais localizados nos municípios de Patos (PB), Monteiro (PB), Barbalha (CE), Missão Velha (CE), Luís Eduardo Magalhães (BA), Irecê (BA), Sinop (MT) e Santa Helena (GO).

Nesses 36 anos a Embrapa Algodão contribuiu para o desenvolvimento de tecnologias serviços e produtos voltados para a sustentabilidade do agronegócio e da agricultura familiar de todo o Brasil. A Unidade já desenvolveu 44 cultivares de algodão, que vão desde variedades de alta produtividade adaptadas às condições do Cerrado brasileiro até as variedades naturalmente coloridas para a agricultura familiar no Semiárido. Além disso, a Empresa disponibilizou para o mercado quatro cultivares de amendoim, três de mamona e três de gergelim.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da Embrapa Algodão também é levada para fora do Brasil por meio de programas de transferência de tecnologia, especialmente, para os países do continente africano.

Atualmente, a Empresa integra o Programa Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do Cotton-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), também está participando do Programa de Cooperação para o Desenvolvimento Agrícola da Savana Tropical de Moçambique e tem projeto de cooperação técnica para inserir o uso de marcadores moleculares no melhoramento de algodoeiros na Tanzânia.

FONTE

Embrapa Algodão
Edna Santos – Jornalista
Colaboração: Silas Batista
Telefone: (83) 3182-4312

Fpnte: Agrosoft

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Setor têxtil paulista deve gerar 30 mil postos de trabalho em 2010

O setor têxtil paulista representa, significativamente, a cadeia têxtil nacional. Em 2009, São Paulo teve faturamento de quase US$ 14 bilhões e investiu cerca de US$ 380 milhões. Já em 2010 bateu o recorde de investimento com o valor de US$ 746 milhões (até outubro), devendo chegar a US$ 1 bilhão até dezembro. Esses dados foram apresentados durante Coletiva de Imprensa realizada pelo Sinditêxtil-SP, em dezembro. 




Na categoria geração de empregos, o Sindicato estima um crescimento expressivo de pessoas trabalhando com carteira assinada, em relação a 2009. No período de janeiro a outubro deste ano, a soma estava em 22.129 mil registros e deve chegar à casa dos 30 mil até o final do ano. Em 2009 o setor demitiu mais de do que empregou e encerrou o ano passado com déficit do estoque de empregos de 247. 

O atual presidente do Sinditêxtil-SP, Rafael Cervone, falou sobre geração de empregos, importação e exportação de produtos têxteis, mercado interno e comércio varejista, além de mostrar os investimentos feitos pelo governo em toda a cadeia têxtil de São Paulo. Além disso, Rafael apresentou aos jornalistas, o novo presidente do Sinditêxtil-SP, Alfredo Bonduki, que inicia seu mandato a partir do ano que vem. 

Bonduki falou sobre as metas de atuação do sindicato em 2011, sendo dentre elas: correções e distorções do Pró-Emprego e similares, financiamento de linhas estaduais e BNDES, melhoria nas relações trabalhistas e na infraestrutura, criação de índices justos para as leis ambientais, parcerias com universidades do exterior para a capacitação de profissionais do setor, introdução de um sistema de coleta de resíduos e reciclagem no Brás e Bom Retiro, criação de um parque tecnológico na Zona Leste e no interior de São Paulo, desoneração tributária e outros. Também foram apresentadas metas de emprego, faturamento, produção, importação e exportação para o ano que vem. 

Se o PIB do Brasil alcançar entre 3% e 4%, Bonduki estima que produção de têxteis em São Paulo crescerá 4% e a venda interna 5,5%. Já a importação será elevada para 22% (atingindo 249 mil t) e a exportação 4,8% (alcançando 71,7 mil t). Por fim, o faturamento pode alcançar US$ 15 bilhões. Apesar do forte aumento das importações e continuidade do déficit comercial, o aquecimento interno de 2011, embora menor que em 2010, poderá representar uma geração líquida de até 10 mil empregos.


Fonte: FashionMAG

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

DISTRAL ENCERRA SUAS ATIVIDADES

A Distral, uma das maiores referências da indústria têxtil de Americana, encerrou ontem suas atividades após mais de 60 anos de história. Fundada nos anos 50, a empresa familiar atravessava uma forte crise e teve de fechar suas portas. Devido à situação, o Sindicato dos Trabalhadores Têxteis do município optou por entrar com uma medida cautelar de arresto dos bens da fábrica e seus sócios.
Segundo o presidente da entidade sindical, Antonio Martins, a medida tem como principal objetivo garantir os direitos dos 80 funcionários que ainda trabalhavam na indústria têxtil. "A empresa vinha atrasando salários, recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e outros encargos. Entendemos então que era necessário tentar preservar os bens existentes para salvar alguma coisa aos trabalhadores", explicou.


Na medida cautelar proposta junto ao Ministério do Trabalho, o sindicato destaca também que ao longo dos últimos anos várias representações foram feitas na Justiça contra a Distral alertando sobre a situação de calamidade. Oficialmente, a empresa não informou os sindicalistas sobre seu fechamento e de que forma pretende saldar os débitos trabalhistas.


"Esse é um problema que se aprofundou ao longo dos anos, o maquinário foi ficando sucateado e os funcionários sempre tiveram a esperança de que a empresa iria realizar os pagamentos corretos, mesmo que fechasse. Agora queremos minimizar as dificuldades encontradas por eles e a medida encontrada foi à Justiça", completou Martins.


HISTÓRIA
A Distral foi fundada por Álvaro Cechino, já falecido, e permaneceu nas mãos da família até o encerramento de sua produção. Em seus áureos tempos, a fábrica exportava tecidos finos que eram referência nas principais lojas de moda do país.


Antes de iniciar a empresa, Cechino foi o idealizador da Citra (Companhia Industrial de Tecidos Rayon Americana), uma cooperativa que agregava pequenas indústrias para competir contra os grandes do mercado. Entretanto, com os passar dos anos, seus cooperados foram vendendo as cotas de participação e a idéia chegou ao fim sem sucesso.


Nenhum diretor da empresa foi encontrado no início da noite de ontem para comentar o assunto.


Fonte: O Liberal

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Embrapa indica cultivares de algodão para a safra 2010/2011

O plantio do algodão prossegue até dezembro, nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, e até janeiro, no Nordeste, trazendo boas perspectivas de lucros para os produtores nacionais. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), já foi comercializado 1,1 milhão de toneladas de algodão em pluma da safra 2010/2011, de um total de 1,7 milhão de toneladas a serem colhidas.



A safra deste ano ocupou uma área de aproximadamente 800 mil hectares, segundo levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mas a expectativa é que na safra 2010/2011 o Brasil salte para, no mínimo, 1,08 milhão de hectares, podendo alcançar 1,14 milhão. Em Mato Grosso, maior produtor de algodão do País, a área de plantio deve dobrar na safra 2010/2011, passando de 355 mil hectares para mais de 600 mil hectares, de acordo com dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).


Dez cultivares da Embrapa estão à disposição dos produtores nacionais, sendo seis de algodão branco e quatro de algodão colorido, todas desenvolvidas pela Embrapa Algodão (Campina Grande/PB) e comercializadas pela rede de Escritórios de Negócios, licenciados e parceiros da Embrapa Transferência de Tecnologia (Brasília/DF).


Entre as variedades de algodão branco indicadas para o Nordeste, a BRS 187 apresenta alta produtividade e boa tolerância à seca, com rendimento médio de 2 mil kg/ha em sequeiro, podendo chegar ao dobro disso sob condições irrigadas. Possui ciclo médio (140 dias) e resistência à virose, tolerância a bacteriose e Stemphylium e sensibilidade à ramulária.


A BRS 201 apresenta ciclo de aproximadamente 130 a 150 dias, elevada produtividade (cerca de 2.300 kg/ha em sequeiro e 4.600 kg/ha sob irrigação), resistência a doenças como virose e bacteriose e tolerância a ramulose, alternaria e ramulária. Adequada para colheita manual, a BRS 201 apresenta um rendimento de fibra em torno de 38%.


Já BRS Aroeira é uma opção para os pequenos agricultores do Semiárido nordestino, devido ao seu alto teor de óleo. Ela apresenta uma produtividade de algodão em caroço em torno de 370 arrobas por hectare, rendimento de fibras de 37% a 38% e ciclo normal (160 a 170 dias). Sua grande vantagem está na resistência múltipla a doenças como ramulose, viroses, mancha de stemphylium, além da tolerância a bacteriose, manchas de ramulária, alternária e ao complexo fusarium-nematoide.


Para as regiões de Cerrado – abrangendo os Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Maranhão e Piauí –, estão disponíveis as cultivares de algodão de fibra branca BRS 269 – Buriti e BRS 293.


A BRS 269 – Buriti é uma cultivar de ciclo longo, com elevado vigor de crescimento, resistente às principais doenças que ocorrem no Cerrado, com destaque para sua resistência à ramulariose. Sua produtividade média é próxima de 4,60 t/ha de algodão em caroço, com percentagem de fibra entre 38,5% a 40,5%. O comportamento rústico, com tolerância a estresses bióticos (doenças) e abióticos (estresse hídrico), e responsivo com a melhoria dos ambientes, confere à BRS 269-Buriti ampla adaptabilidade.


Já a BRS 293 é uma cultivar de ciclo médio, médio vigor de crescimento e elevado potencial produtivo, manifestado principalmente nos ambientes de maior altitude (acima de 700 m), com valores médios geralmente superiores a 2200 kg de pluma de pluma/ha, haja vista seu elevado teor de fibra, frequentemente superiores a 42 %. Ambas as cultivares apresentam fibra de comprimento médio (29 a 31 mm) com resistência de fibra superior a 29 gf/tex e micronaire entre 3,8 a 4,3.


Para o Cerrado dos Estados da Bahia, Distrito Federal, Maranhão e Piauí é indicada a cultivar de fibra branca BRS 286, de ciclo precoce e baixo vigor de crescimento. Em condições do Estado da Bahia, onde a BRS 286 é uma excelente opção para meio e fechamento de plantio, tem-se rendimento médio superior a 4,5 t/ha em sequeiro, com percentagem de fibra entre 39,5 e 41 %. A BRS 286 é resistente a viroses e bacteriose e fibra com comprimento entre 29 e 31 mm, resistência de fibra superior a 28 gf/tex e micronaire entre 3,9 e 4,5.


COLORIDOS


Entre as variedades de algodão colorido desenvolvidas pela Embrapa, quatro se destacam para a produção na Região Nordeste: BRS Rubi, BRS Safira, BRS Verde e BRS Topázio. A principal vantagem dessas cultivares com relação às de algodão branco é o fato de serem mais valorizadas no mercado, além de reduzirem os custos da indústria e serem ecologicamente corretas, uma vez que dispensam as fases de preparo para tingimento, o que requer a utilização de produtos químicos. Isso reduz o consumo de água e energia, bem como a quantidade de efluentes a serem tratados.


A BRS Rubi e a BRS Safira são bastante produtivas em condições de sequeiro, alcançando um rendimento médio de 1,8 t/ha e 1,9 t/ha de algodão em caroço e, em regime irrigado, com rendimento médio superior a 3,5 t/ha de algodão em caroço. Essas cultivares se diferenciam das demais de fibra marrom existentes no Brasil por apresentarem uma tonalidade marrom escura ou marrom avermelhada, sendo as primeiras cultivares no País com essa característica de cor da pluma. Já a BRS Topázio tem uma tonalidade de marrom mais claro, mas também apresenta alto rendimento. A cultivar BRS Verde, por sua vez, tem potencial de rendimento de até 2.500 Kg/ha, em sequeiro, no Nordeste do Brasil, podendo ser cultivada também em regime irrigado.


Mais informações e aquisição de sementes:


Embrapa Transferência de Tecnologia – Sede
Parque Estação Biológica – PqEb
Av. W3 Norte (final), Ed. Sede, Térreo
CEP 70770-901 – Brasília, DF
Telefone: (61) 3448-4522
Fax: (61) 3448-4511
E-mail: sac.snt@embrapa.br
Site: www.embrapa.br/snt


Parceira
Fundação de Apoio a Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano
Rod. BR 020/242, S/Nº km 50,7 Zona Rural
CEP 47850-000 – Luís Eduardo Magalhães/BA
Telefone (77) 3628-4241


Licenciada
Sementes Ceolin
Rodovia RST-377 km 169
Tupancireta/RS
Telefones: (55) 3505-7213, (55)3505-1520 e (55)9623-2981
Cultivares: BRS 286 e BRS Sucupira


Escritório de Negócios de Goiânia
Rodovia BR-153, Km 4, Zona Rural
Caixa Postal 714
CEP 74001-970 – Goiânia/GO
Telefone: (62) 3202-6000
Fax: (62) 3202-6020
E-mail: engyn.snt@embrapa.br


Parceria
Fundação GO
Alameda Zeca Valeriano, 2932
CEP 75920-000 - Santa Helena de Goiás/GO
Telefone: (64) 3641-1885


Licenciadas


Sia Sementes
Rua Sebastião F. Souza, 1112 - S. Central
CEP 75920-000 - Santa Helena de Goiás/GO
Telefone: (64) 3641-3637
Cultivares: BRS 293 e BRS Buriti


Sementes Produtiva
BR 020 km 65 - Cx.Postal 74
CEP 73801-970 - Formosa/GO
Telefones: (61) 3631-2992 e (61) 9943-1969
E-mail: produtiva@sementesprodutiva.com.br
Cultivares: BRS 293 e BRS 269 Buriti


Unidade de Produção de Rondonópolis
Rua Lauro Mello, nº 14, Bairro Parque Real
CEP 78740-240 – Rondonópolis/MT
Telefone: (66) 3422-9009


Parceira
Sementes Campo Verde
Rua Lauro de Mello, 14 - Bairro Parque Real
CEP 78740-240 - Rondonópolis/MT
Cultivares: BRS 293 e BRS Buriti


Escritório de Negócios de Campina Grande
Rua Osvaldo Cruz 1143 - Centenário
CEP 58428-095 - Campina Grande/PB
Telefones: (83) 3341-2314 e (83) 3182-4348
Cultivares Coloridas: BRS Rubi; BRS Safira; BRS Topazio; BRS Verde
Algodão Branco: BRS 187 (CNPA 8H); BRS Aroeira.


FONTE


Embrapa Transferência de Tecnologia
Eduardo Pinho Rodrigues – Jornalista
Telefone: (61) 3448-1709

Universidade Estadual da Paraíba é homenageada pela Embrapa

A Universidade Estadual da Paraíba foi homenageada, no último dia 10 de dezembro, como uma das mais destacadas instituições parceiras da Embrapa Algodão no ano de 2010. A cerimônia de entrega das placas de honra ao mérito às entidades parceiras, autoridades e empregados aconteceu no auditório da Embrapa, em Campina Grande, inserida nas festividades de confraternização de fim de ano.


A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, professora Marcionila Fernandes, representou a UEPB, recebendo a comenda do chefe geral da Embrapa, Napoleão Esberard de Macedo Beltrão, em reconhecimento ao empenho e comprometimento da Instituição com uma formação de qualidade. “A UEPB tem sido uma parceira constante para o progresso da ciência e desenvolvimento de tecnologias”, afirmou Napoleão Beltrão.


O Mestrado em Ciências Agrárias, segundo o chefe geral da Embrapa Algodão, constitui uma das maiores parcerias estabelecidas na Paraíba. Resultado de uma associação ampla entre a UEPB e a Embrapa que engloba outros projetos, o curso tem área de concentração em Agrobioenergia e Agricultura Familiar, com ênfase em três linhas de pesquisa – Energias Renováveis e Biocombustíveis, Agricultura Familiar e Sustentabilidade e Biotecnologia e Melhoramento Vegetal. A primeira turma do Mestrado, formada por profissionais das Ciências Agrárias, Agronomia, Engenharia Agrícola, Engenharia Florestal, Agroecologia e áreas afins, deverá apresentar seus trabalhos finais de pesquisa em meados de 2012, consolidando a cooperação institucional e acadêmica entre a UEPB e a Embrapa.


A parceria com a Embrapa representa a preocupação da UEPB em unir forças no campo da ciência e tecnologia para uma formação de alto nível. “Nós entendemos que formar é uma tarefa da Universidade, mas contribuir para o desenvolvimento regional é uma tarefa de todos”, disse a pró-reitora Marcionila Fernandes. “Compreendemos também que uma instituição sozinha pode fazer muito, mas instituições em rede, principalmente diante de temas como o semiárido, potencializam nossa capacidade, com soluções muito mais rápidas e resultados que não seriam os mesmos”, ressaltou.




Fonte: ClickPB