Estados concentram a maior parte da produção nacional. Emprego e renda são gerados nesta época do ano
O algodão está pronto para ser colhido, as maçãs já amadureceram. Em uma fazenda em Mato Grosso foram plantados 1500 hectares e pelo menos 30% da produção foi vendida antecipadamente.
Por enquanto, a colheita precisou ser adiada por causa do clima, as máquinas estão paradas no galpão.
Em outra fazenda, pelo menos metade da lavoura já foi comercializada. Agora, os produtores esperam mudanças nos preços da arroba em pluma.
Já no estado da Bahia, responsável pela segunda maior safra de algodão do país, 85% da produção vem da região oeste, mas é no sudoeste do estado, no Vale do Iuiu que a maioria dos empregos é gerada. Cerca de 60% da mão-de-obra vem da agricultura familiar, são 18 mil pessoas que trabalham em 32 mil hectares de área plantada.
O agricultor Waldemar Lacerda planta algodão há mais de 10 anos. Ele possui 550 hectares e espera colher 1200 toneladas nesta safra. Durante o período da colheita, Waldemar chega a contratar 300 funcionários, cada um recebe R$ 5 por arroba colhida. Um dia de trabalho pode render até R$ 35, uma ajuda e tanto.
Fonte: Mídia News
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Início da colheita nas principais regiões produtoras faz preço do algodão cair
Qualidade da fibra pode valorizar o produto e aumentar seu valor
PORTAL DO AGRONEGÓCIO
Com o início da colheita nas principais regiões produtoras, o preço do algodão deve voltar a cair. A cotação chegou ao pico de R$ 4 por libra-peso em meados de março e caiu para quase metade na semana passada. Mas não é só a oferta que vai determinar o preço até o fim do ano.
Preocupado com o rendimento da safra o produtor Luiz Henrique Carvalho acompanha até a classificação do algodão que vende. Esta atenção, diz ele, começa lá na lavoura.
– Desatentamente nós teríamos mais impurezas, maior contaminação e, com isso, a gente, na classificação, perderia o valor do produto – disse Luiz Henrique.
Luiz Henrique é um pequeno produtor do Estado de São Paulo. Ele vendeu a arroba da pluma na última semana por R$ 82 para uma algodoeira em Leme, a 200 quilômetros da Capital.
Com o começo da safra o movimento é intenso. Por dia, chegam até cinco caminhões carregados de algodão. Até o fim de agosto, as máquinas vão trabalhar muito, e devem ficar ligadas 10 horas por dia.
Cerca de 40% do algodão bruto que entra, sai limpinho e em fardos, prontos para a indústria. O gerente da algodoeira de Leme, Alberto José Almeida, diz que a qualidade do algodão está muito boa este ano.
– Está muito boa. Está bem melhor do que no ano passado para trabalhar. Está mais bonito – disse ele.
A qualidade da fibra dá preço ao algodão, mas depende também do ritmo de trabalho das outras máquinas no campo. O início da colheita nas principais regiões produtoras indica que a safra foi boa e que o preço começa a cair.
A oferta é só um dos fatores que compõem o preço, lembra o pesquisador de preços do Cepea, em São Paulo, Lucílio Alves. Os estoques de algodão estão baixos, diz ele, e muitos contratos de venda já foram feitos. Pelo menos a metade da safra está comercializada.
Os números recentes mostram que aconteceu uma reviravolta no mercado nos últimos meses. O produtor que recebeu pelo algodão até os primeiros quinze dias de março chegou a pegar mais de R$ 130 pela arroba. A indústria reclamou e os preços caíram quase que pela metade. Dois meses depois, em 17 de maio, a arroba estava em R$ 72, uma queda de 46%. Na última semana, fechou na casa dos R$ 75.
– A expectativa é que, a partir de julho, agosto, com o avanço da safra, especialmente no Centro Oeste, devido à cultura da segunda safra em Mato Grosso, aí pode ser que haja um pouco mais de pressão sobre os preços, porém, ainda vai ser um momento de incerteza de safra mundial, principalmente a americana. Ao mesmo tempo, os produtores estarão fazendo caixa com o produto já negociado – observou Lucílio Alves.
Faz um mês que a colheita começou em uma propriedade no interior de São Paulo. Em 20 alqueires devem ser colhidas, até o fim da safra, 10 mil arrobas de algodão. O gerente da fazenda, José Luiz Valle, diz que o preço vai determinar o destino da plantação. A área é arrendada, e só será de novo se valer a pena.
– A colheita agora assusta um pouco porque é colheita, mas depois normaliza. Acho que vai dar uma produção boa e a turma vai investir mais – falou José Luiz Valle.
Fonte: Midia News
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Safra promete grandes volumes para o segundo semestre
A situação de aperto pela qual passa o setor têxtil deve melhorar a partir do segundo semestre deste ano, quando entram os volumes da nova safra de algodão. O Brasil deve ter uma safra recorde da pluma. A estimativa da Conab - Companhia Nacional de Abastecimento - é de uma produção de 2,027 milhões de toneladas na temporada 2010/11, 69,8% maior do que o registrado no ciclo 2009/10, que foi marcado por problemas climáticos e quebra de produção.
O crescimento da oferta é resultado do aumento da área de plantio, puxado por preços recordes da pluma no mercado internacional. A área plantada no país na safra atual, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), foi de 1,36 milhão de hectares, 62% maior do que os 835 milhões de hectares registrados na temporada anterior.
As previsões estão cada vez mais próximas de se confirmar. Faltando de 40 a 50 dias para o início da colheita, os produtores de algodão do Brasil respiram aliviados porque a maior parte da produção está fora de risco climático.O presidente da Abrapa, Sérgio de Marco, explica que praticamente toda a safra principal, cultivada até dezembro, foi beneficiada pelas chuvas abundantes que ocorreram até 5 de abril e, por isso, o risco climático daqui até o início da colheita é praticamente nulo.
A incerteza ainda recai sobre uma área de cerca de 77 mil hectares de Mato Grosso, com plantio mais tardio, que enfrenta falta de chuvas. Há cerca de 15 ou 20 dias não há precipitações nessa área plantada mais tardiamente, explica de Marco.
"Essa lavoura precisa de chuva até 10 de maio". Se a chuva não vier, parte da produção de Mato Grosso será afetada. O Estado, maior produtor nacional da pluma, semeou uma área total de 708 mil hectares de algodão na safra atual, aumento de 64% em relação aos 428,1 mil hectares cultivados na temporada anterior.
É difícil estimar perdas caso a esperada chuva não venha. No entanto, o dirigente não vê riscos de as perdas comprometerem a entrega dos contratos de venda antecipada fechados até agora. "Já estamos na etapa final da safra. Não vejo grandes problemas à frente", diz.
Segundo estimativas da Abrapa, em torno de 80% da colheita esperada, de 2,027 milhões de toneladas da pluma, já estão comercializadas, o que significa algo próximo de 1,621 milhão de toneladas. Desse total, em torno de 700 mil toneladas devem ser exportadas, segundo de Marco, volume recorde.
O mercado interno deve consumir em torno de 1,1 milhão de toneladas de pluma nesta safra. O executivo da Abrapa explica que, para não repetirem a dificuldade de obtenção de matéria-prima registrada neste primeiro semestre, as indústrias têxteis e de fiação fizeram boa parte de suas compras de algodão de forma antecipada, ou seja, antes da colheita.
Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Câmara prevê safra recorde de algodão
A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados apresentou, nesta quinta-feira, 31 de março, em sua 21ª reunião ordinária, os números previstos para a safra 2010/2011 nos estados. O total do país deve chegar ao recorde de mais de 2 milhões de t, um volume 70% superior ao registrado na colheita anterior (1,2 milhão de t).
Além disso, a área plantada também obteve um grande aumento. De 835 mil ha cultivados em 2009/10, a nova safra alcançou 1,3 milhão de ha, uma área 64% maior. O país é líder em produção de têxteis com base em algodão (no mundo, predominam as fibras sintéticas), e dedicará cerca de 317 mil t de pluma ao mercado interno do total estimado para a produção. Para o comércio exterior, serão comercializadas aproximadamente 700 mil t.
O Mato Grosso é o estado que alcançou os maiores números. Em termos de área, foram 708 mil hectares cultivados, 65% a mais em relação à safra 2009/10. Em seguida, está a Bahia, com 400 mil ha (52% a mais). A estimativa de produção do Mato Grosso chega à metade do total previsto para todo o país, algo próximo de 1 milhão de toneladas. A Bahia vem logo após, com previsão de 627 mil t.
Para evitar grandes oscilações no setor, o coordenador-geral de oleaginosas e fibras da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sávio Pereira, apresentou o bônus ao prêmio pago pelo produtor rural para aquisição de contrato de opção de venda em bolsas de futuros. O programa é uma forma de seguro de preço para os produtores rurais, mas ainda é uma proposta para o setor.
A reunião foi coordenada pelo presidente da Câmara, Sergio de Marco, também presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão. A Câmara é um fórum consultivo ligado ao Ministério da Agricultura, que reúne representantes dos setores público e privado.
Saiba mais
Bônus ao Prêmio pago pelo Produtor Rural para Aquisição de Contrato de Opção de Venda em Bolsas de Futuros (BCOV) – É o valor máximo, definido pelo Governo Federal e disputado em leilão, que será pago ao arrematante que adquirir contratos de opção de venda em Bolsas de Futuros Nacionais com preço de exercício igual ou superior ao Preço Mínimo acrescido da base. Podem participar produtores rurais e/ou suas cooperativas. O arrematante do leilão de bônus deverá comprovar o escoamento de produção própria em quantidade igual ou superior ao volume negociado nos contratos de opção.
Fonte: Mapa
Além disso, a área plantada também obteve um grande aumento. De 835 mil ha cultivados em 2009/10, a nova safra alcançou 1,3 milhão de ha, uma área 64% maior. O país é líder em produção de têxteis com base em algodão (no mundo, predominam as fibras sintéticas), e dedicará cerca de 317 mil t de pluma ao mercado interno do total estimado para a produção. Para o comércio exterior, serão comercializadas aproximadamente 700 mil t.
O Mato Grosso é o estado que alcançou os maiores números. Em termos de área, foram 708 mil hectares cultivados, 65% a mais em relação à safra 2009/10. Em seguida, está a Bahia, com 400 mil ha (52% a mais). A estimativa de produção do Mato Grosso chega à metade do total previsto para todo o país, algo próximo de 1 milhão de toneladas. A Bahia vem logo após, com previsão de 627 mil t.
Para evitar grandes oscilações no setor, o coordenador-geral de oleaginosas e fibras da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sávio Pereira, apresentou o bônus ao prêmio pago pelo produtor rural para aquisição de contrato de opção de venda em bolsas de futuros. O programa é uma forma de seguro de preço para os produtores rurais, mas ainda é uma proposta para o setor.
A reunião foi coordenada pelo presidente da Câmara, Sergio de Marco, também presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão. A Câmara é um fórum consultivo ligado ao Ministério da Agricultura, que reúne representantes dos setores público e privado.
Saiba mais
Bônus ao Prêmio pago pelo Produtor Rural para Aquisição de Contrato de Opção de Venda em Bolsas de Futuros (BCOV) – É o valor máximo, definido pelo Governo Federal e disputado em leilão, que será pago ao arrematante que adquirir contratos de opção de venda em Bolsas de Futuros Nacionais com preço de exercício igual ou superior ao Preço Mínimo acrescido da base. Podem participar produtores rurais e/ou suas cooperativas. O arrematante do leilão de bônus deverá comprovar o escoamento de produção própria em quantidade igual ou superior ao volume negociado nos contratos de opção.
Fonte: Mapa
quinta-feira, 10 de março de 2011
Alta de preço estimula produção de algodão na safra 2010/11, diz Conab
O cultivo de algodão na safra 2010/11 apresenta o maior crescimento porcentual em área, com cerca de 56% a mais do que na safra passada, de 835,7 mil hectares para 1,304 milhão de hectares. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o incremento é motivado principalmente pela alta de preços provocada pela forte redução dos estoques do produto. A produção deve alcançar 1,950 milhão de toneladas de algodão em pluma, em comparação com 1,194 milhão de toneladas na safra 2009/10, representando elevação de 63,3%.
Na Região Centro-Oeste, que participa com 64% no total da área plantada, o incremento em área foi na ordem de 57,4%, destacando os Estados de Goiás e Mato Grosso, com aumentos de 72,5% e 56,3%, respectivamente. Segundo a Conab, importantes aumentos em área são verificados também na Região Nordeste, que contribui com 33% da área plantada do País. Na Região Sudeste o levantamento mostra expressivo crescimento de área, nos Estados de Minas Gerais (83,3%) e São Paulo (230,0%).
A Conab informa ainda que o plantio do algodão (1ª e 2ª safra) está concluído nas principais regiões produtoras do País. As condições climáticas estão favoráveis ao desenvolvimento da cultura, com chuvas esparsas e bastante luminosidade, condições ideais para o desempenho da lavoura. Em Mato Grosso, as chuvas ocorridas nas últimas semanas provocaram ligeiro atraso na semeadura do algodão segunda safra, todavia continua a expectativa de bons índices de produtividade. As Lavouras encontram-se em sua grande maioria nas fases de desenvolvimento vegetativo e início de floração.
Fonte: G1
Na Região Centro-Oeste, que participa com 64% no total da área plantada, o incremento em área foi na ordem de 57,4%, destacando os Estados de Goiás e Mato Grosso, com aumentos de 72,5% e 56,3%, respectivamente. Segundo a Conab, importantes aumentos em área são verificados também na Região Nordeste, que contribui com 33% da área plantada do País. Na Região Sudeste o levantamento mostra expressivo crescimento de área, nos Estados de Minas Gerais (83,3%) e São Paulo (230,0%).
A Conab informa ainda que o plantio do algodão (1ª e 2ª safra) está concluído nas principais regiões produtoras do País. As condições climáticas estão favoráveis ao desenvolvimento da cultura, com chuvas esparsas e bastante luminosidade, condições ideais para o desempenho da lavoura. Em Mato Grosso, as chuvas ocorridas nas últimas semanas provocaram ligeiro atraso na semeadura do algodão segunda safra, todavia continua a expectativa de bons índices de produtividade. As Lavouras encontram-se em sua grande maioria nas fases de desenvolvimento vegetativo e início de floração.
Fonte: G1
Produção de algodão pluma cresce 29% em área de plantio no TO
A produção da cultura do algodão pluma no Tocantins é promissora. Segundo dados da coordenadoria de produção vegetal da Seagro – Secretaria da Agricultura, da Pecuária e Desenvolvimento Agrário, a safra atual teve um crescimento expressivo de 29% na área plantada, em relação à safra passada. Na safra anterior foram plantados 4 mil hectares, aumentando para 5,2 mil hectares nesta safra 2010-2011.
A estimativa de colheita é alcançar uma produtividade de 15% a mais, alcançando 18,7 mil toneladas, ultrapassando a safra passada que ficou em 12,6 ,mil toneladas. As plantações estão localizadas na região da chamada “chapada da garganta” na divisa dos estados Tocantins e Bahia e na divisa dos municípios de Porto Nacional e Paraíso do Tocantins.
Segundo o coordenador de produção vegetal, José Waltex, esse crescimento é fruto de alguns aspectos relacionados à queda da safra mundial causado por problemas climáticos; forte demanda pelo produto e as indústrias têxtil aumentaram a capacidade de produção. Waltex acrescenta ainda que o mercado de produção de algodão no Tocantins é favorável, pois o Estado possui clima e terras propícias para a cotonicultura.
A produção do Brasil, na última safra, aumentou 137%, em relação à safra anterior. Segundo dados do site portal do agronegócio, esse grande avanço é o maior no valor do preço na historia do país. Em janeiro de 2009, a cotação de compra do algodão era de 1.42 libras/peso. Já em janeiro de 2011 subiu para 3.66 libras/peso.
Fonte: O Girassol
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Excesso de chuva pode prejudicar 2ª safra de algodão
O plantio do algodão segunda safra segue lento devido as intensas chuvas que atingem o estado e podem comprometer a produção da safrinha. O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim semanal, informa que grande parte da área não foi plantada ainda e a janela de plantio está estreitando, com isso, outro problema é a demora na colheita da soja.
De acordo com as estimativas de plantio da safra 2010/2011 divulgadas pelo Imea nesta semana, a semeadura da área total de algodão atingiu 71% no Estado. Os produtores estão em alerta, isso porque caso o volume de chuva persista até o fim do mês, haverá redução da área total esperada para esta safra.
Pelo que se pode constatar da previsão do tempo, verificada no site Tempo Agora, as chuvas devem persistir por todo estado até início de fevereiro. Até o momento, as regiões Médio-Norte e Centro-Sul se encontram com maior atraso das atividades em relação às outras regiões, registrando ambas 48% da área plantada.
Na região Oeste do Estado, onde a colheita se encontra em etapa mais acelerada, o plantio do algodão ficou em 53%. Já na região Sudeste, verificou-se que 76% do plantio já foi realizado, em função da maior área destinada ao cultivo do algodão 1ª safra.
Fonte: Olhar Direto
De acordo com as estimativas de plantio da safra 2010/2011 divulgadas pelo Imea nesta semana, a semeadura da área total de algodão atingiu 71% no Estado. Os produtores estão em alerta, isso porque caso o volume de chuva persista até o fim do mês, haverá redução da área total esperada para esta safra.
Pelo que se pode constatar da previsão do tempo, verificada no site Tempo Agora, as chuvas devem persistir por todo estado até início de fevereiro. Até o momento, as regiões Médio-Norte e Centro-Sul se encontram com maior atraso das atividades em relação às outras regiões, registrando ambas 48% da área plantada.
Na região Oeste do Estado, onde a colheita se encontra em etapa mais acelerada, o plantio do algodão ficou em 53%. Já na região Sudeste, verificou-se que 76% do plantio já foi realizado, em função da maior área destinada ao cultivo do algodão 1ª safra.
Fonte: Olhar Direto
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Algodão promete ser destaque da safra 2010/2011, diz Conab
O grande destaque da safra 2010/2011 promete ser o algodão. O produto deve ter aumento de 45,3% na área plantada, passando de 835,7 mil hectares para 1,2 milhão de hectares. O volume da pluma produzido, de acordo com o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado hoje (6), que foi de 1,19 milhão de toneladas na safra passada, ultrapassará 1,83 milhão de toneladas, superando os 55% de crescimento.
Segundo o gerente de fibras da Conab, Djalma de Aquino, o crescimento expressivo do setor é influenciado pelos baixos estoques internacionais de algodão, que fizeram com que os preços tivessem forte alta nos últimos 12 meses. A cotação do produto no mercado interno, que em dezembro de 2009 era de R$ 44 para 15 quilos (arroba), no mês passado superou R$ 94, mais que dobrando seu valor.
O crescimento proporcional do volume maior do que o de área se deve, segundo Aguino, a uma recuperação da produtividade, que teve queda na safra passada. “Na safra passada, houve problema de estiagem em grandes estados produtores do Centro-Oeste, principalmente em Mato Grosso." Com a expectativa de clima melhor em 2011, a expectativa é que o setor possa até superar essas previsões positivas.
Fonte: Jornal da Mídia
Segundo o gerente de fibras da Conab, Djalma de Aquino, o crescimento expressivo do setor é influenciado pelos baixos estoques internacionais de algodão, que fizeram com que os preços tivessem forte alta nos últimos 12 meses. A cotação do produto no mercado interno, que em dezembro de 2009 era de R$ 44 para 15 quilos (arroba), no mês passado superou R$ 94, mais que dobrando seu valor.
O crescimento proporcional do volume maior do que o de área se deve, segundo Aguino, a uma recuperação da produtividade, que teve queda na safra passada. “Na safra passada, houve problema de estiagem em grandes estados produtores do Centro-Oeste, principalmente em Mato Grosso." Com a expectativa de clima melhor em 2011, a expectativa é que o setor possa até superar essas previsões positivas.
Fonte: Jornal da Mídia
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Cotonicultura gerará nesta safra 8 mil novos empregos
O crescimento da área plantada de algodão na safra 10/11 vai gerar 7,8 mil novos empregos diretos no setor algodoeiro de Mato Grosso, do campo à indústria.
De acordo com a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), com o aumento da área em 43,45%, que passará de 428 mil hectares para 614 mil hectares nesta safra, o número de empregos no setor saltará de 23,40 mil para 31,20 mil. Cerca de 40% são temporários.
“Notamos também uma melhoria no nível salarial dos trabalhadores”, lembra o diretor-executivo da Amapá, Décio Tocantins, sem revelar números. Segundo ele, a expansão da área plantada do algodão em 2010 vai permitir o retorno de milhares de trabalhadores que aguardavam a retomada da atividade no Estado em um ritmo mais forte. Em Mato Grosso, a média de empregos gerados por hectare é de 13 vagas a cada 100 hectares. Os profissionais mais requisitados são técnicos agrícolas, aplicadores de agroquímicos, tratoristas e operadores de usina de beneficiamento.
Pela estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta safra, Mato Grosso deverá colher cerca de 935 mil toneladas de pluma, incremento de 60,37% m relação às 583 mil toneladas colhidas no ciclo anterior (09/10).
Na avaliação da Ampa, a cadeia produtiva do algodão é a que mais gera empregos no Estado, perdendo apenas para a construção civil. “A geração de postos de trabalho nessa cultura vai desde o plantio até o posto de venda do produto final, na loja. O volume de recursos gerados ativa a economia regional, passando pela mão de muitas pessoas nas mais diversas fases de produção da cadeia”, afirma o presidente da entidade, Carlos Augustin.
Fonte: Diário de Cuiabá
De acordo com a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), com o aumento da área em 43,45%, que passará de 428 mil hectares para 614 mil hectares nesta safra, o número de empregos no setor saltará de 23,40 mil para 31,20 mil. Cerca de 40% são temporários.
“Notamos também uma melhoria no nível salarial dos trabalhadores”, lembra o diretor-executivo da Amapá, Décio Tocantins, sem revelar números. Segundo ele, a expansão da área plantada do algodão em 2010 vai permitir o retorno de milhares de trabalhadores que aguardavam a retomada da atividade no Estado em um ritmo mais forte. Em Mato Grosso, a média de empregos gerados por hectare é de 13 vagas a cada 100 hectares. Os profissionais mais requisitados são técnicos agrícolas, aplicadores de agroquímicos, tratoristas e operadores de usina de beneficiamento.
Pela estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta safra, Mato Grosso deverá colher cerca de 935 mil toneladas de pluma, incremento de 60,37% m relação às 583 mil toneladas colhidas no ciclo anterior (09/10).
Na avaliação da Ampa, a cadeia produtiva do algodão é a que mais gera empregos no Estado, perdendo apenas para a construção civil. “A geração de postos de trabalho nessa cultura vai desde o plantio até o posto de venda do produto final, na loja. O volume de recursos gerados ativa a economia regional, passando pela mão de muitas pessoas nas mais diversas fases de produção da cadeia”, afirma o presidente da entidade, Carlos Augustin.
Fonte: Diário de Cuiabá
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Algodão puxa a expansão da safra brasileira de grãos
A safra de grão de 2010/2011 no Brasil deve atingir a marca de 149,09 milhões de toneladas, que fica praticamente em linha com a produção de 2009/2010, 149,20 milhões. O destaque desta safra fica com a produção do algodão, que deve superar em 54% a produção de 2009. Entretanto o milho pode amargar uma redução de produtividade superior a 8%. Os dados foram elaborados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Para Carlos Bestetti, gerente de Levantamento e Avaliação de Safras da Conab, a melhora do clima em algumas regiões favoreceu o desenvolvimento de algumas culturas como o algodão que, segundo ele, pode fechar o período com um crescimento ainda maior este ano.
A área de algodão deve fechar 45% maior nesta safra, de acordo com o terceiro levantamento da Conab, ou seja, 378,8 mil hectares. Já a produção da pluma de algodão está projetada para 1.835 mil toneladas, contra 1.194 mil toneladas de 2009. "Essa área de algodão e a produção ainda podem aumentar mais, isso vai depender de como se comportará o clima para o algodão safrinha. Se tudo correr bem esses números podem superar até as expectativas", garantiu Bestetti.
Ele destacou o expressivo crescimento de área de algodão na Região Centro-Sul, com os Estados de Mato Grosso, com um aumento de 43,6%, Goiás, com crescimento de 34%, e Minas Gerais. que fechou com mais de 70% de ampliação de área. "São crescimentos muito expressivos, mostrando que o produtor está atento ao mercado", disse.
Apesar dos bons preços praticados na venda de milho nos últimos meses deste ano, o setor terá uma redução de área de aproximadamente 3,5% e na produção de mais de 8%. Bestetti contou, que a estimativa para o milho primeira e segunda safras é mais complicada, já que a primeira safra já é possível estimar, mas a "safrinha" ainda depende da colheita da soja. "Se o clima não ajudar e o produtor de soja adiar a colheita, a safra de milho pode ficar ainda mais comprometida. Mas acredito que tudo ficará no prazo, e se bobear o milho se recupera."
A área cultivada com milho primeira safra 2010/2011 deve ficar em 7.440,2 mil hectares, uma variação percentual de 3,7% menor que a área cultivada na safra anterior. A expectativa para a área total (primeira e segunda safra), cultivada com milho em todo o Brasil deve oscilar em torno de 12.683,1 mil hectares, com redução próxima de 2,2% ante 2009. Já a produção deve recuar de 34,08 milhões de toneladas da safra passada, para 31,35 milhões de toneladas nessa safra 2010/2011.
Para o analista Rafael Ribeiro, da Scot Consultoria, a tendência para o milho é de uma valorização de até 5% em 2011, calculada pelo término deste ano que tem estoques menores, além da aquecida e crescente demanda mundial pelo produto. "A partir de janeiro, após a colheita, teremos um ano com estoque razoável de milho, menor do que começamos este ano, e isso deve pesar nos preços. No segundo semestre, pode ser que o preço da saca fique 5% mais caro, caso a safrinha realmente tenha uma redução", contou.
A safra de soja, com participação de cerca de 46% no total nacional, deve alcançar 68,51 milhões de toneladas, em uma área de 24,08 milhões de hectares. O aumento sobre a área da safra anterior é de 2,6%.
IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prevê que a safra de grãos em 2011 ficará em torno de 145,1 milhões de toneladas, que representa uma queda de 2,5% em comparação a 2010, devido, principalmente, às menores previsões da Região Sudeste, com queda de 1,6%, e Sul, que terá uma redução de 9%. O IBGE não baseia seus cálculos no ano safra, comumente usado por profissionais do setor. Ele calcula a produção e plantio nos doze meses do ano não criando a referencia entre plantio e colheita.
A área colhida em 2010 deve ficar, segundo o IBGE, 1,5% menor ante 2009, fechando com 46,5 milhões de hectares.
As três principais culturas (arroz, milho e soja) somadas representam 91% da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, e respondem por 83,5% da área a ser colhida, destacando a soja como a única a aumentar a área em 7,1% a mais que 2009.
Fonte: Diário do Comércio
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Destaques na safra 2010/11
“A tendência é que o algodão se firme como um dos principais produtos da próxima safra nacional. Com destaque, sobretudo, para a região Centro-Oeste e a Bahia”. A avaliação foi feita pelo diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sílvio Porto, durante o anúncio do 3º Levantamento da Safra de Grãos 2010/2011, nesta quinta-feira, 9 de dezembro, em Brasília.
De acordo com Sílvio Porto, Mato Grosso e Piauí apresentaram crescimento significativo na produção da cultura. “O cenário para o algodão deverá se repetir em 2011, porque o setor trabalha com o mercado futuro, com previsão de safra para o ano seguinte. A tendência é que a safra seja muito boa”, afirmou.
De acordo com projeção da Conab, o algodão ocupará área de 1,21 milhão de hectares no ciclo 2010/2011, com aumento de 45,3% em comparação à safra 2009/2010. O estudo prevê que a produção de pluma terá acréscimo de 53,7% em relação à atual safra, alcançando o recorde de 1,8 milhão de toneladas. “O Brasil vem fazendo um enorme esforço, nas últimas décadas, para se posicionar como um dos principais produtores de algodão do mundo. O apoio do governo ao setor nos últimos anos garantiu o preço mínimo ao produtor”, explicou.
Soja
Com o aquecimento dos preços, o produto vem apresentando maior projeção em todos os estados. A soja tem muita liquidez e a China tem ampliado as compras, principalmente de grãos. O Brasil está exportando em torno de 70% da produção nacional. “O produto é um dos que apresentam menos problemas no mercado atual, pois está com boa perspectiva de consumo mundial. O Brasil é o segundo maior fornecedor, aproximando- se dos Estados Unidos”, disse.
Milho
A baixa no preço do grão, principalmente no primeiro semestre, desestimulou os produtores de milho. “Parte deles optou pela soja, que tem maior liquidez e vem mantendo preços em alta, além de ter perspectiva de mercado futuro. Mas nós acreditamos que estados como Paraná, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul vão plantar mais na safrinha”, comentou Silvio Porto. Segundo ele, a safra 2010/2011 deve ser melhor do que a anterior para o milho.
Clima
De acordo com a Conab, as condições climáticas para a próxima safra são mais preocupantes no Rio Grande do Sul, que hoje se destaca na produção de arroz. No Centro-Oeste, a procupação é com relação ao prolongamento das chuvas no próximo ano. “O atraso nas chuvas, como houve neste ano, viabiliza o plantio da safrinha. E a nossa expectativa é de que isso se repita esse ano”, concluiu.
Fonte: Suino Cultura Industrial
Fonte: Suino Cultura Industrial
IBGE prevê para 2011 queda de 2,5% na safra de grãos
A safra de grãos em 2011 deverá ser de 145,1 milhões de toneladas, 2,5% menor que a de 2010, de acordo com o segundo prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A queda é atribuída pela pesquisa às menores previsões de safra das regiões Sudeste (-1,6%) e Sul (-9%).
A pesquisa do IBGE é feita nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste e em mais quatro estados (Rondônia, Maranhão, Piauí e Bahia). Para esta segunda estimativa, feita em novembro, os números levantados foram somados às projeções para as unidades da Federação e para as culturas que, por força do calendário agrícola, não dispunham da primeira estimativa.
Entre os seis produtos analisados para a safra de 2011, três apresentam variação positiva em relação à produção de 2010, com destaque para o algodão em caroço (34,3%). O feijão em grão da primeira safra terá uma produção 26% maior, e o arroz em casca um crescimento de 8,2%. A maior queda na previsão de safra é a do amendoim em casca, com 10,9% a menos do que em 2010, seguido do milhão em grão da primeira safra, com uma variação negativa de 7,3%. A soja, com uma produção estimada em 68 milhões 467 mil toneladas em 2011, apresenta uma queda de apenas 0,2% na comparação com 2010.
Com relação à área a ser colhida, quatro dos seis produtos pesquisados pelo IBGE apresentam variações positivas, sendo que o algodão em caroço terá uma ampliação de 26,6%. As reduções nas áreas plantadas ou a serem plantadas são as do amendoim em casca (-3,2%) e a do milho (-0,2%).
Segundo o IBGE, a melhor cotação, tanto no mercado interno quanto no externo, explica o incremento da produção do algodão em caroço, com uma previsão para 2011 de 3,9 milhões de toneladas, contra as 2,9 milhões obtidas em 2010. O estado de Mato Grosso, maior produtor nacional de algodão, aponta um incremento de 33,7% na área a ser plantada e de 45,8% na safra esperada.
O IBGE também divulgou a décima primeira estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas de 2010. Os dados de novembro indicam uma produção de 148,8 milhões de toneladas, o que supera em 11,1% os 134 milhões da safra de 2009. Entre as três principais culturas - soja, milho e arroz - que somadas respondem por 91% da produção de grãos, a soja registra um acréscimo de 20,2% e o milho de 8,7%, enquanto a produção do arroz caiu 10,3%, no confronto com a safra de 2009.
Fonte: Diário do Grande ABC
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