Coreia do Sul e Vietnã aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente
A China foi o principal destino do algodão produzido no Mato Grosso em julho, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Os chineses compraram 1,9 mil toneladas de algodão em pluma, o que representa 23% do total exportado no mês.
A Coreia do Sul e o Vietnã, países que possuem grande importância no mercado de tecidos para roupas, aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
No total, foram exportadas 8,1 mil toneladas de algodão pelo Estado, de acordo com a Scot Consultoria.
O porto de Paranaguá (PR) continua sendo a principal porta de saída do algodão mato-grossense, sendo responsável por 52,3% dos embarques no acumulado do ano.
Fonte: Mídia News
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Índia reduz estimativa da produção de algodão em 5,2%
A Índia reduziu a estimativa para a produção de algodão na sua colheita deste ano em 5,2%, em razão da entrega inferior à esperada do produto até o momento, o que diminuiu a chance de haver mais oferta vinda do segundo maior produtor mundial, em um momento em que os estoques globais estão baixos e os preços batem sucessivos recordes.
Segundo o comissário têxtil, A.B. Joshi, as entregas no mercado indiano chegaram em 22,74 milhões de fardos de algodão na última sexta, dia 25. A atual colheita começou em 1º de outubro do ano passado.
A produção de algodão da Índia na safra 2010/2011 deve ficar em torno de 31,2 milhões de fardos, o que indica uma redução do recorde de 32,9 milhões de fardos previsto em 6 de janeiro. Na safra 2009/2010, o país produziu 29,5 milhões de fardos. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Canal Rural
Segundo o comissário têxtil, A.B. Joshi, as entregas no mercado indiano chegaram em 22,74 milhões de fardos de algodão na última sexta, dia 25. A atual colheita começou em 1º de outubro do ano passado.
A produção de algodão da Índia na safra 2010/2011 deve ficar em torno de 31,2 milhões de fardos, o que indica uma redução do recorde de 32,9 milhões de fardos previsto em 6 de janeiro. Na safra 2009/2010, o país produziu 29,5 milhões de fardos. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Canal Rural
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Produtores de algodão em confronto nos EUA
As maiores tradings mundiais de algodão e agricultores do Texas estão em conflito por problemas com o fornecimento, em um momento em que o preço do produto chega a seu maior patamar histórico. Os negociantes que compram algodão das planícies que rodeiam a cidade de Lubbock, a oeste do Texas, acusam alguns produtores de desistir de contratos assinados quando a cotação era menos do que metade do nível atual.
A disputa levou a processos, a pedidos de arbitragem e à criação de uma linha de telefone para acusações anônimas.
Como os EUA são o maior exportador de algodão do mundo, o problema poderia repercutir nos mercados internacionais, uma vez que as empresas têxteis em países como China, Bangladesh e Turquia lutam para conseguir o algodão em meio à queda da oferta. Em 2010, o Texas foi responsável por 44% da safra de 18,3 milhões de fardos de algodão nos EUA.
O conflito coloca em evidência os riscos enfrentados pelas grandes tradings de commodities - como a Louis Dreyfus, da França, Cargill, dos EUA, Olam International, de Cingapura, Noble Group, de Hong Kong, e Ecom Agroindustrial, da Suíça - quando compram, vendem e transportam algodão entre continentes.
Na semana passada, os preços do algodão subiram para uma cotação recorde superior a US$ 2 por libra-peso em Nova York. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) prevê que os agricultores receberão em média US$ 0,80 por libra-peso pela safra de 2010.
As tradings dizem ter ficado de mãos vazias após alguns poucos agricultores terem se recusado a concluir promessas de vendas.
"A maioria dos produtores fez a coisa honrada a se fazer", disse Mike Patranella, em nome da Associação de Algodão do Texas (TCA, na sigla em inglês), um grupo que representa as tradings. "Só que essa porcentagem muito pequena que não cumpriu o que o contrato a obrigava criou muita confusão nesses mercados tão voláteis." A TCA criou uma "linha [telefônica] de relatos sobre a integridade do algodão" para informantes que indiquem produtores que supostamente estariam deixando de cumprir contratos de fornecimento. A recompensa pelas informações é de US$ 2,5 mil para cima.
Documentos judiciais mostram que a Louis Dreyfus, onde Patranella trabalha, processou em janeiro pelo menos dois produtores de algodão do Texas por supostas quebras de contrato.
Um reclamante sustenta que um produtor que se comprometeu oralmente a vender contratos de algodão futuros por US$ 0,89 a libra-peso em setembro "recusou-se a entregar seu algodão como acertado", o que custou US$ 238.666 para a empresa.
Produtores admitem a escassez, mas culpam o mau tempo do outono setentrional passado, que reduziu o rendimento das plantações e dificultou o cumprimento dos compromissos de entrega.
"Tenho grande simpatia pela comunidade de negociantes", afirmou Steve Verett, da Plains Cotton Growers, um grupo de agricultores do oeste do Texas. "Mas tenho certa ressalva quando você deixa alguém chamar anonimamente para reclamar."
Honrar os compromissos de entrega é um risco sempre presente na negociação de commodities com entrega física. Alguns dos mesmos traders no Texas também tiveram problemas na Índia, segundo maior exportador de algodão, depois que o país proibiu as remessas em 2010 para ajudar a indústria têxtil doméstica.
No passado, agricultores também acusaram os compradores de desistir de compromissos.
Após a alta dos preços em março de 2008 ter provocado a quebra da subsidiária nos EUA da comercializadora de algodão Paul Reinhart, os produtores acusaram a empresa de deixar de cumprir contratos de compra, o que lhes custou mais de US$ 70 milhões.
Fonte: Valor Econômico
A disputa levou a processos, a pedidos de arbitragem e à criação de uma linha de telefone para acusações anônimas.
Como os EUA são o maior exportador de algodão do mundo, o problema poderia repercutir nos mercados internacionais, uma vez que as empresas têxteis em países como China, Bangladesh e Turquia lutam para conseguir o algodão em meio à queda da oferta. Em 2010, o Texas foi responsável por 44% da safra de 18,3 milhões de fardos de algodão nos EUA.
O conflito coloca em evidência os riscos enfrentados pelas grandes tradings de commodities - como a Louis Dreyfus, da França, Cargill, dos EUA, Olam International, de Cingapura, Noble Group, de Hong Kong, e Ecom Agroindustrial, da Suíça - quando compram, vendem e transportam algodão entre continentes.
Na semana passada, os preços do algodão subiram para uma cotação recorde superior a US$ 2 por libra-peso em Nova York. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) prevê que os agricultores receberão em média US$ 0,80 por libra-peso pela safra de 2010.
As tradings dizem ter ficado de mãos vazias após alguns poucos agricultores terem se recusado a concluir promessas de vendas.
"A maioria dos produtores fez a coisa honrada a se fazer", disse Mike Patranella, em nome da Associação de Algodão do Texas (TCA, na sigla em inglês), um grupo que representa as tradings. "Só que essa porcentagem muito pequena que não cumpriu o que o contrato a obrigava criou muita confusão nesses mercados tão voláteis." A TCA criou uma "linha [telefônica] de relatos sobre a integridade do algodão" para informantes que indiquem produtores que supostamente estariam deixando de cumprir contratos de fornecimento. A recompensa pelas informações é de US$ 2,5 mil para cima.
Documentos judiciais mostram que a Louis Dreyfus, onde Patranella trabalha, processou em janeiro pelo menos dois produtores de algodão do Texas por supostas quebras de contrato.
Um reclamante sustenta que um produtor que se comprometeu oralmente a vender contratos de algodão futuros por US$ 0,89 a libra-peso em setembro "recusou-se a entregar seu algodão como acertado", o que custou US$ 238.666 para a empresa.
Produtores admitem a escassez, mas culpam o mau tempo do outono setentrional passado, que reduziu o rendimento das plantações e dificultou o cumprimento dos compromissos de entrega.
"Tenho grande simpatia pela comunidade de negociantes", afirmou Steve Verett, da Plains Cotton Growers, um grupo de agricultores do oeste do Texas. "Mas tenho certa ressalva quando você deixa alguém chamar anonimamente para reclamar."
Honrar os compromissos de entrega é um risco sempre presente na negociação de commodities com entrega física. Alguns dos mesmos traders no Texas também tiveram problemas na Índia, segundo maior exportador de algodão, depois que o país proibiu as remessas em 2010 para ajudar a indústria têxtil doméstica.
No passado, agricultores também acusaram os compradores de desistir de compromissos.
Após a alta dos preços em março de 2008 ter provocado a quebra da subsidiária nos EUA da comercializadora de algodão Paul Reinhart, os produtores acusaram a empresa de deixar de cumprir contratos de compra, o que lhes custou mais de US$ 70 milhões.
Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Acordo do algodão com EUA corre risco
Está em risco o acordo selado entre Brasil e Estados Unidos na "disputa do algodão". O acordo compensa o Brasil pelos subsídios americanos aos seus produtores de algodão e evita uma retaliação milionária do País contra produtos vindos dos EUA. O problema ocorre às vésperas da visita do presidente Barack Obama ao País em março. O deputado Ron Kind, de Wisconsin, está tentando incluir uma emenda no orçamento dos Estados Unidos para eliminar os pagamentos concedidos ao Brasil. Os EUA custeiam um fundo de US$ 147 milhões por ano recebido pelo Instituto de Algodão do Brasil, uma entidade privada que financia pesquisas que ajudam no desenvolvimento da cultura do algodão no País. A compensação é um dos pilares centrais de um acordo selado entre os dois países. O Brasil venceu uma disputa contra os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC). O xerife do comércio mundial considerou ilegais os subsídios americanos aos seus produtores de algodão. Os Estados Unidos se recusaram a retirar os subsídios e a OMC autorizou o Brasil a aplicar uma retaliação de US$ 829 milhões contra os americanos, elevando tarifas de importação e quebrando patentes. Após extensas negociações, o Brasil aceitou suspender a retaliação até 2012. Em troca, os EUA começaram a pagar o fundo e alteraram parcialmente alguns subsídios. A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos iniciou ontem a votação de um novo projeto de orçamento, fundamental para permitir que o Executivo americano continue funcionando entre 4 de março e 30 de setembro, quando termina o ano fiscal. Se for aprovado na Câmara, o projeto ainda vai passar pelo Senado. O argumento do deputado é que não faz sentido pagar o fundo para os agricultores brasileiros em época de ajuste fiscal. Segundo analistas sediados em Washington, a emenda de Kind tem chances de ser aprovada, porque existe um apelo por corte de despesas nos Estados Unidos por causa da crise. Em uma audiência no Congresso, o deputado já havia cobrado o chefe do Escritório Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), Ron Kirk, sobre o assunto. Ele disse que os EUA não podem continuar "subsidiando" os agricultores brasileiros. Para resolver o problema, Kind defendeu o fim do apoio aos cotonicultores americanos. Retaliação. O governo brasileiro está acompanhando o assunto com atenção. "Se a emenda passar e os pagamentos forem interrompidos, juridicamente o acordo perde o valor. O governo brasileiro deverá então retomar a discussão sobre a retaliação", afirmou ao Estado o embaixador do Brasil na OMC, Roberto Azevedo. Ele liderou a equipe brasileira na negociação do acordo com os americanos. A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), que administra o Instituto de Algodão do Brasil, também está acompanhando as discussões no Congresso americano, mas preferiu não se pronunciar. Para Pedro de Camargo Neto, especialista em comércio exterior e um dos mentores do processo do algodão movido pelo Brasil na OMC, o fundo de compensação aos cotonicultores brasileiros deixou um "holofote" sobre os subsídios agrícolas americanos. Os subsídios incomodam uma parcela da opinião pública. "A reação do deputado é um reflexo desse holofote. Está na hora de o Brasil pressionar pelo fim dos subsídios agrícolas em todos os fóruns, inclusive na Rodada Doha", disse Camargo Neto. Segundo uma fonte do governo brasileiro, é até positivo que o assunto reapareça na visita de Obama, porque forçará uma discussão "no mais alto nível".
Fonte: Economia IG
Fonte: Economia IG
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Chineses estocam algodão em casa
O produtor de algodão Yu Feng é um de muitos chineses que estocam a mercadoria em casa. Ele tem 3.500 quilos
Yu Lianmin produtor de algodão de Huji, China, colheu 3.000 quilos da mercadoria este ano. Apesar dos preços recordes do algodão, ele não vendeu nada.
Em vez disso, o produto está empilhado em dois quartos vazios de sua casa, e nas casas de muitos produtores rurais neste pequeno vilarejo chamado Yujia, parte de um município maior no norte da Província de Shandong, 354 quilômetros ao sudeste de Pequim. Os produtores estão esperando que o preço suba ainda mais, para ajudá-los a compensar os custos maiores com mão de obra e fertilizante, que subiram 20% no último ano.
"Acho que ainda há esperança de que os preços subam mais", disse Yu.
Não se sabe qual é o estoque de algodão nos vilarejos chineses, mas, com 25 milhões de produtores rurais da commodity, a agência chinesa que supervisiona a produção calcula que ele pode equivaler a 9% da oferta mundial de algodão. E a situação está ocorrendo em toda a cadeia de suprimento. Muitos descaroçadores e comerciantes de algodão do país estão mantendo seus armazéns cheios numa tentativa de obter preços mais altos, segundo a agência.
As expectativas de alta é que estão impulsionando a estocagem, que causa escassez no curto prazo e impulsiona ainda mais os preços. A situação está complicando um cenário já volátil para o algodão, que atingiu a maior cotação em 140 anos nos Estados Unidos e também se tornou um símbolo da inflação das commodities que está despontando no mundo inteiro.
A China, maior consumidor mundial de algodão, é também a maior peça no quebra-cabeça mundial da commodity, ainda que não seja a única. A Índia parou em março de divulgar dados sobre o consumo de algodão de suas tecelagens, bem como exportações e importações, citando uma mudança no sistema de computadores. O Paquistão, terceiro maior consumidor, só divulga dados sobre a produção de algodão, o consumo ou estoques três anos depois de cada lavoura. O Uzbequistão, terceiro maior exportador, se recusa a divulgar dados sobre exportação ou estoque, o que faz dele um alvo constante de boatos, segundo a Comissão Internacional de Assessoria do Algodão, uma associação de governos de países que produzem, consomem e comercializam o produto.
Para piorar, não há dados disponíveis sobre o estoque de algodão no Brasil, na Argentina e no México.
"O problema de não divulgar os dados ao mercado é que a falta de informação gera boatos e especulação intermináveis", diz Terry Townsend, diretor executivo da comissão.
Boa parte da alta tem sido impulsionada por temores de que o mundo esteja ficando com escassez de algodão, em boa parte por causa da demanda da China, cujas importações têm crescido. As importações chinesas de algodão mais que dobraram em dezembro de 2010 frente ao ano anterior. Mas com pilhas e pilhas de algodão aparentemente sendo estocadas no país inteiro, alguns argumentam que há mais da commodity disponível e que as importações chinesas podem cair significativamente quando esse algodão entrar no mercado.
O efeito de tanto armazenamento, aparentemente com fins especulativos, é que um mercado já sob pressão — a produção tem caído enquanto a demanda tem subido — se tornou ainda mais turbulento.
Na China, os comerciantes geralmente fazem suas próprias pesquisas com os produtores. Mas para pessoas de outros lugares há poucas maneiras de obter essas informações. O governo chinês também tem estocado algodão em sua reserva estratégica, e dá poucos detalhes sobre quanto tem e qual é a qualidade.
"É difícil saber se há uma escassez artificial na China causada por especulação, ou se há escassez de verdade", disse Jordan Lea, presidente da americana Eastern Trading Co., que compra e vende algodão. "Temos acreditado que a China e outros países vão precisar importar mais algodão americano. Mas se isso não for o caso, o mercado vai cair." Os EUA são o maior exportador mundial de algodão.
Essa incerteza ajudou a piorar as oscilações no mercado de algodão e gerou reclamações de vários governos, produtores e consumidores do produto no mundo inteiro. Em 2010, o algodão foi o mais volátil de uma lista de 53 commodities negociadas em bolsa, segundo a Comissão Internacional de Assessoria do Algodão. A estocagem chinesa com fins especulativos é uma das maiores preocupações, afirma a comissão. O algodão atingiu a maior cotação dos últimos 140 anos na quinta-feira passada, fechando a US$ 1,6939 a libra na ICE Futures. No dia seguinte a cotação caiu 4,64 centavos de dólar, ou 2,7%, para US$ 1,6475.
"É um círculo vicioso de acumulação de matéria-prima e de riscos. Não sabemos quando tudo vai explodir", diz Gong Wenlong, diretor-presidente do Centro Nacional de Informação sobre Algodão da China, uma firma de dados financiada pelo governo. Ele calcula que 1,94 milhão de toneladas de algodão estão sendo mantidas fora do mercado, ante uma produção chinesa de 6,14 milhões de toneladas no ano passado.
Em Yujia, mais de 90% dos moradores ganham a vida plantando algodão. A cada inverno, intermediários dirigem até o vilarejo para comprar algodão dos produtores. Mas este ano tem havido poucas transações.
O algodão é produzido aqui há gerações. Yu, que planta algodão há mais de dez anos, diz que este é o melhor ano que já viu para a cotação do algodão. O preço subiu logo no início da safra e depois caiu no fim do ano passado, antes de subir de novo. Durante a baixa, Yu decidiu esperar por um preço melhor.
"Não podíamos aceitar os preços", diz Yu. Ele diz que mantém seu algodão em duas salas vazias de sua casa, que divide com os pais, por trás de portas trancadas para protegê-lo de incêndio e roubo.
Mais de 50% do algodão colhido em Huji ainda está sendo armazenado por produtores como Yu, diz Yu Dingyue, um diretor de semeadura que supervisiona mais de dez vilarejos. Shandong é a província chinesa com a segunda maior produção de algodão.
Fonte: The Wall Street Journal
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Indústria têxtil elege União Europeia e Marrocos como mercados prioritários
Na briga com o crescente volume de importação no mercado interno, a indústria têxtil brasileira inicia o ano com uma agenda de negociações voltada às exportações. Segundo o diretor do programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira (TexBrasil), Rafael Cervone, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia é de extrema importância para o País. "As negociações estão avançadas, com previsão de conclusão em julho", afirma o executivo. As exportações brasileiras em 2010 atingiram cerca de US$ 460 milhões por meio do TexBrasil.
De acordo com Cervone, outro alvo da indústria têxtil brasileira em 2011, que espera crescer 10% nas transações externas, será o Marrocos, por ser um grande produtor de jeans, já que o Brasil se destaca na produção do denim. "As negociações entre o Mercosul e Marrocos têm previsão de serem concluídas ainda este primeiro semestre", explica o diretor da entidade.
O Programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira (TexBrasil) foi desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), em 2010 e mais de 1.200 empresas do setor participaram do programa. Segundo Cervone, o projeto possibilitou o acordo direto entre dez empresas internacionais e cerca de 72 mil contatos externos de empresas brasileiras do setor.
"O fortalecimento da imagem e a promoção da moda brasileira no exterior estão entre os principais objetivos do programa, que conta com diversos produtos e serviços para atender as mais diversas demandas das empresas no exterior", afirma Cervone.
Para possibilitar crescimento das exportações e da indústria em geral, os investimentos em 2010 ultrapassaram R$ 1 bilhão. O executivo do Texbrasil conta que o programa impulsiona ativamente negociações de acordos internacionais com o objetivo de criar melhores condições, facilitar e desonerar o acesso dos produtos brasileiros nos principais mercados mundiais, além de negociar a suspensão de barreiras não tarifárias sobre artigos têxteis e confeccionados.
"Entre as ações de inteligência comercial estão a reunião e análise de dados e estatísticas a respeito de novos destinos para exportação, identificação de oportunidades internacionais e tendências mundiais do setor, o que contribui para aumentar a competitividade global das empresas nacionais", explica Cervone.
Cadeia
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), o faturamento da cadeia do setor e do vestuário atingiu no ano de 2010 US$ 50 bilhões. A entidade informa ainda que no primeiro quadrimestre do ano passado a produção de têxteis e confecções cresceu mais de 12% na comparação com igual período de 2009. Já a balança comercial do setor têxtil e de confecções encerrou o primeiro semestre de 2010 com um déficit de US$ 1,578 bilhão. O rombo no saldo comercial é 62,4% foi maior que o registrado em igual período do ano anterior, quando o déficit atingiu US$ 971,6 milhões. A associação pretende divulgar o balanço completo do setor no primeiro trimestre deste ano.
Fonte: DCI
De acordo com Cervone, outro alvo da indústria têxtil brasileira em 2011, que espera crescer 10% nas transações externas, será o Marrocos, por ser um grande produtor de jeans, já que o Brasil se destaca na produção do denim. "As negociações entre o Mercosul e Marrocos têm previsão de serem concluídas ainda este primeiro semestre", explica o diretor da entidade.
O Programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira (TexBrasil) foi desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), em 2010 e mais de 1.200 empresas do setor participaram do programa. Segundo Cervone, o projeto possibilitou o acordo direto entre dez empresas internacionais e cerca de 72 mil contatos externos de empresas brasileiras do setor.
"O fortalecimento da imagem e a promoção da moda brasileira no exterior estão entre os principais objetivos do programa, que conta com diversos produtos e serviços para atender as mais diversas demandas das empresas no exterior", afirma Cervone.
Para possibilitar crescimento das exportações e da indústria em geral, os investimentos em 2010 ultrapassaram R$ 1 bilhão. O executivo do Texbrasil conta que o programa impulsiona ativamente negociações de acordos internacionais com o objetivo de criar melhores condições, facilitar e desonerar o acesso dos produtos brasileiros nos principais mercados mundiais, além de negociar a suspensão de barreiras não tarifárias sobre artigos têxteis e confeccionados.
"Entre as ações de inteligência comercial estão a reunião e análise de dados e estatísticas a respeito de novos destinos para exportação, identificação de oportunidades internacionais e tendências mundiais do setor, o que contribui para aumentar a competitividade global das empresas nacionais", explica Cervone.
Cadeia
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), o faturamento da cadeia do setor e do vestuário atingiu no ano de 2010 US$ 50 bilhões. A entidade informa ainda que no primeiro quadrimestre do ano passado a produção de têxteis e confecções cresceu mais de 12% na comparação com igual período de 2009. Já a balança comercial do setor têxtil e de confecções encerrou o primeiro semestre de 2010 com um déficit de US$ 1,578 bilhão. O rombo no saldo comercial é 62,4% foi maior que o registrado em igual período do ano anterior, quando o déficit atingiu US$ 971,6 milhões. A associação pretende divulgar o balanço completo do setor no primeiro trimestre deste ano.
Fonte: DCI
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Sudão aposta na parceria com o Brasil para desenvolver agronegócio
Até o fim de semana deve terminar a colheita dos primeiros hectares de algodão adensado plantados pelo produtor Gilson Pinesso, no Sudão. Uma equipe do Canal Rural cobriu, com exclusividade, o início da colheita que está sendo feita manualmente. No país africano, a guerra é coisa do passado. Agora, o Sudão procura a estabilidade financeira e uma das apostas é a parceria com o Brasil no agronegócio.
Tecnologia e produtividade são as palavras do momento no Sudão. O maior país africano, localizado no norte na fronteira com o Egito, tem uma população de 40 milhões de habitantes.
Um povo marcado por duas guerra civis, que juntas duraram 40 anos, agora vê a chance de um futuro melhor baseado no agronegócio. O país que possui muitas terras improdutivas está fechando diversas parcerias com o Brasil. Uma delas relacionada ao cultivo do algodão. Gilson Pinesso é o primeiro produtor brasileiro a plantar 400 hectares produzidos em Agadi, no Estado do Nilo Azul. A colheita que começou de forma manual deve terminar até o fim de semana com a ajuda de máquinas. O que para muitos parece apenas uma aventura, para Pinesso foi um projeto bem pensado.
– Este foi um projeto piloto. Vamos fazer uma lavoura comercial no próximo ano, de larga escala. Vamos cultivar 40 mil hectares em 2011 – explicou o produtor brasileiro.
As terras férteis e o conhecimento da equipe brasileira fizeram com que os números da produção e a qualidade da fibra fossem semelhantes aos alcançados no Brasil, mas com uma grande vantagem: o baixo custo de produção.
O ministro da agricultura do Sudão, Taha Zubeir Bashir, é o grande incentivador do projeto. Em entrevista exclusiva ao Canal Rural, ele fez questão de salientar a importância da chegada de Pinesso em terras africanas.
– Esse é um dos melhores projetos feitos na última década. Em uma temporada, Gilson Pinesso e sua equipe conseguiram testar muitas tecnologias brasileiras, e os resultados alcançados foram maravilhosos. Isso colocou a agricultura em termos de algodão no trilho certo – disse o ministro.
Para facilitar a entrada no país africano, Pinesso está plantando em parceria com a Abisnaco, que pertence a 3AAAD, uma empresa formada pelos países árabes e que tem 49% de participação do governo sudanês. A 3AAAD chegou a parar a produção de alimentos devido à falta de sucesso nas lavouras. Omer Marzoung, diretor geral da companhia, comemora a parceria. Ele faz questão de salientar a tecnologia avançada dos brasileiros.
– O algodão está fantástico – conclui Marzoung.
Fonte: Canal Rural
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Agronegócio: cai produção de algodão na China
A produção de algodão na China (foto) deverá registrar baixa de 2,1% neste ano, alcançando 6,65 milhões de toneladas. A associação que congrega o setor de algodão na China afirmou ontem que essa projeção excede em 20 mil toneladas a estimativa anterior. Os produtores ainda não definiram a área a ser plantada na próxima safra, já que os preços oscilaram muito.
Fonte: IG
Fonte: IG
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Brasil e EUA fecham acordo sobre algodão
A aplicação das retaliações pelo Brasil contra os Estados Unidos, por concessão de subsídios à produção e à exportação de algodão, ficará suspensa até o final de 2012 sob a condição de o governo norte-americano fixar um teto anual para os gastos com programas de subsídios para o algodão e iniciar processo de adequação nos prazos e taxas do programa de GSM (Garantias de Crédito à Exportação) até a reforma da lei agrícola dos EUA daqui a dois anos.
Estas condições fazem parte de um acordo fechado entre os dois países e aprovado hoje (17) pela Camex (Câmara de Comércio Exterior). Na próxima terça-feira venceria o prazo de 60 dias, estabelecido pelo Brasil, para fechar com os EUA um cronograma para retirada dos subsídios. A OMC (Organização Mundial do Comércio) condenou esta prática e autorizou o Brasil a aplicar uma retaliação no valor de US$ 829 milhões.
Fonte: Diário do Grande ABC
Estas condições fazem parte de um acordo fechado entre os dois países e aprovado hoje (17) pela Camex (Câmara de Comércio Exterior). Na próxima terça-feira venceria o prazo de 60 dias, estabelecido pelo Brasil, para fechar com os EUA um cronograma para retirada dos subsídios. A OMC (Organização Mundial do Comércio) condenou esta prática e autorizou o Brasil a aplicar uma retaliação no valor de US$ 829 milhões.
Fonte: Diário do Grande ABC
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Produtor cultivará 40 mil hectares de algodão, soja e milho no Sudão
Depois de um ano de testes e resultados “fantásticos”, quando foram plantados “somente” 400 hectares de algodão e 100 de soja, o produtor sul-mato-grossense Gilson Pinesso pretende “partir de corpo e alma” em 2011 para o longínquo país africano do Sudão, plantando 20 mil hectares de algodão, 10 mil de soja e 10 mil de milho. A previsão é que sejam investidos em torno de US$ 80 milhões de dólares na aquisição de maquinários, fertilizantes e sementes. E o desembolso só não é maior porque não é necessário comprar terras, que são públicas e cedidas gratuitamente pelo governo para aqueles que quiserem produzir, conforme Gilson Pinesso.
Neste primeiro ano ele levou somente três brasileiros para cuidar das lavouras. No próximo, principalmente no período do plantio, pretende arregimentar pelo menos 40. Destes, dez devem permanecer em tempo integral, principalmente técnicos e administradores para supervisionar o desenvolvimento das lavouras. E, na hora da safra, novo reforço deve ser levado.
Embora o Sudão fique “do outro lado do mundo”, a viagem não é nenhum bicho de sete cabeças. “Em 15 horas estou lá”, revela o agricultor, que vez ou outra leva este mesmo tempo para se deslocar de uma fazenda para outra aqui no Brasil, já que a família cultiva em torno de 80 mil hectares em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e no Piauí. Em média, a empresário rural visita a África a cada 60 ou 70 dias. Primeiro vai a Istambul, na Turquia, e depois leva mais quatro horas até Karthum (capital do Sudão) ou alguma cidade mais próxima de Agadi, onde estão suas lavouras. Então, bancar as idas e vindas de dezenas de trabalhadores, que já atuam com ele nas fazendas brasileiras, não inviabiliza o negócio, segundo ele.
O deslocamento compensa porque os custos de produção são inferiores, a logística de venda é melhor e preços são superiores. A saca de soja, por exemplo, está cotada a 32 ou 33 dólares no mercado interno, já que o Sudão importa praticamente tudo o que consome, ante 26 pagos atualmente em Mato Grosso do Sul. Mas, a produção ainda é menor, dois mil quilos por hectare na África, contra 3,2 mil no Brasil. Isto, porém, deve mudar logo, acredita ele, pois sementes estão sendo adaptadas ao clima local e em duas ou três safras e produtividade deve ser semelhante à brasileira. A diferença, porém, é o custo de produção. Aqui gasta-se em torno de 800 dólares por hectare, ante 350 necessários no país muçulmano.
No caso do algodão, produto que nunca na história teve cotação tão alta quanto agora, R$ 95 a arroba, a diferença é ainda maior. Nas terras sul-mato-grossenses ou mato-grossenses são necessários em torno de 1,5 mil quilos de fertilizantes, contra um terço disto na férteis áreas do Rio Nilo, região central do maior país africano e décimo maior do mundo, com cerca de 2,5 milhões de quilômetros quadrados. No Brasil são necessárias 22 aplicações de agroquímicos por safra, contra seis em Agadi. Os sudaneses plantam com US$ 850 por hectare, enquanto no Brasil são cerca de US$ 1,9 mil. Além disso, o algodão produzido por lá fica a 400 quilômetros do porto e dali está no mercado asiático em questão de dias. E, tanto lá quanto cá colhem-se de 3,5 a 4 mil quilos por hectare. De Mato Grosso até os portos mais próximos são em torno de dois mil quilômetros e depois mais algumas semanas para atravessar o Atlântico. Isto tudo torna o produto africano bem mais competitivo e lucrativo.
Desbravador
Gilson Pinesso acredita ser o único agricultor brasileiro no Sudão. Mas, se depender dele, a partir de 2012 haverá verdadeiras caravanas para lá. E esta não é a primeira vez que um dos Pinesso abre fronteiras agrícolas. O avô de Gilson veio da Itália ao Brasil em 1923, para a região de Bebedouro, em São Paulo. Vite e sete anos depois, quando o noroeste do Paraná estava sendo “aberto”, foi para a região de Francisco Beltrão. Mais tarde, em 1976, o pai de Gilson comprou a primeira fazenda em Mato Grosso do Sul, época em que começaram a chegar os primeiros gaúchos e paranaenses para cá. Mas a migração estava longe de parar. Em 1983 decidiram comprar terras em Mato Grosso e no ano passado, no Piauí. Ele não sabe se o passo dado no começo de 2010, para a África, foi o último. Está claro, porém, que voltou para mais perto da terra de onde saiu seu avô há quase 90 anos, pois é da Itália que compra boa parte das máquinas que utilizará para produzir na África.
E, da mesma forma como foram “imitados” por outros em MS, MT e PI, Gilson acredita que os Pinesso serão seguidos na África, onde, segundo ele, existem oito milhões de hectares de terras “fantásticas” para serem cultivados.
Atualmente, o pouco que se ouve falar sobre o Sudão é relativo aos conflitos étnicos da região de Darfur e da guerra civil existente há cerca de cinco décadas. Isto, porém, garante ele, não interfere na atividade agrícola. E, depois do plebiscito de 9 de janeiro, que tende a aprovar a divisão do país, a estabilidade deve aumentar, acredita o produtor. A cultura muçulmana, bem mais rígida, também não atrapalha o negócio. “Só ajuda, pois já tenho quatro belas morenas lá e tenho direito a outras três”, brinca o agricultor de 50 anos.
Fonte: Correio do Estado
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Ampa vai ampliar mercado internacional
De acordo com o novo presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Carlos Ernesto Augustin, recém empossado para o biênio 2011/2012, o principal desafio é continuar o trabalho desempenhado pela gestão anteriror, especialmente na questão da exportação. Segundo ele, o objetivo é conquistar mais ainda o mercado internacional e melhorar o nível de qualidade da pluma que o Estado produz.
O presidente avalia que que o algodão de Mato Grosso vive um bom momento. "Pode-se dizer que hoje nos consolidamos como uma vasta produção com custos menores, mas precisamos estar aptos a avançar cada vez mais", ressalta, acrescentando que uma das prioridades da nova gestão é a consolidação da parceria com os governos estadual e federal na defesa dos direitos dos produtores. Além de conduzir a Ampa, o nova diretoria também administra o Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt).
Fundada em 16 de setembro de 1997, a Ampa nasceu com a finalidade de congregar os produtores em torno de um mesmo objetivo, incentivar de forma organizada a produção de algodão, difundindo a atividade no Estado, orientando e defendendo os interesses dos associados. Afim de incentivar a produção de algodão, a entidade trabalha dentro de conceitos que estimulam a qualidade e produtividade da lavoura. Eles impulsionaram a comercialização e promoção da pluma mato-grossense no mercado nacional e mundial.
Em Mato Grosso, o cultivo do algodão é bastante recente. Sua produção em larga escala iniciou apenas em meados da década de 1990, subindo exponencialmente desde então. Hoje, o Estado é o principal produtor do Brasil, sendo responsável por cerca de 49% da produção e 60% da exportação nacional.
O Estado possui um média 492.000 hectares de área plantada, a produção da pluma ultrapassa 500.000 toneladas por ano, das quais 300.000 são exportadas para países como China, Indonésia, Japão, Argentina, Coréia do Sul, Taiwan, Tailândia.
Fonte: Só Notícias
O presidente avalia que que o algodão de Mato Grosso vive um bom momento. "Pode-se dizer que hoje nos consolidamos como uma vasta produção com custos menores, mas precisamos estar aptos a avançar cada vez mais", ressalta, acrescentando que uma das prioridades da nova gestão é a consolidação da parceria com os governos estadual e federal na defesa dos direitos dos produtores. Além de conduzir a Ampa, o nova diretoria também administra o Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt).
Fundada em 16 de setembro de 1997, a Ampa nasceu com a finalidade de congregar os produtores em torno de um mesmo objetivo, incentivar de forma organizada a produção de algodão, difundindo a atividade no Estado, orientando e defendendo os interesses dos associados. Afim de incentivar a produção de algodão, a entidade trabalha dentro de conceitos que estimulam a qualidade e produtividade da lavoura. Eles impulsionaram a comercialização e promoção da pluma mato-grossense no mercado nacional e mundial.
Em Mato Grosso, o cultivo do algodão é bastante recente. Sua produção em larga escala iniciou apenas em meados da década de 1990, subindo exponencialmente desde então. Hoje, o Estado é o principal produtor do Brasil, sendo responsável por cerca de 49% da produção e 60% da exportação nacional.
O Estado possui um média 492.000 hectares de área plantada, a produção da pluma ultrapassa 500.000 toneladas por ano, das quais 300.000 são exportadas para países como China, Indonésia, Japão, Argentina, Coréia do Sul, Taiwan, Tailândia.
Fonte: Só Notícias
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