Coreia do Sul e Vietnã aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente
A China foi o principal destino do algodão produzido no Mato Grosso em julho, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Os chineses compraram 1,9 mil toneladas de algodão em pluma, o que representa 23% do total exportado no mês.
A Coreia do Sul e o Vietnã, países que possuem grande importância no mercado de tecidos para roupas, aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
No total, foram exportadas 8,1 mil toneladas de algodão pelo Estado, de acordo com a Scot Consultoria.
O porto de Paranaguá (PR) continua sendo a principal porta de saída do algodão mato-grossense, sendo responsável por 52,3% dos embarques no acumulado do ano.
Fonte: Mídia News
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Exportação de algodão sobe 325% em agosto
Receita com exportações totalizou US$ 251,2 milhões, contra US$ 61,4 milhões em julho e US$ 118 milhões em agosto de 2010
As exportações brasileiras de algodão subiram para 117,5 mil toneladas em agosto, contra 27,6 mil toneladas em julho e 72,7 mil toneladas no mesmo mês de 2010, de acordo com dados divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDC).
A colheita da safra 2010/11 avança para a fase final no País, e os produtores continuam dando prioridade à entrega de contratos fechados anteriormente. No acumulado deste ano, o País exportou 195,3 mil toneladas de algodão. A receita com as exportações em agosto totalizou US$ 251,2 milhões, contra US$ 61,4 milhões em julho e US$ 118 milhões em agosto de 2010.
O valor médio da tonelada de algodão negociada no mês passado foi de US$ 2.138, ante US$ 2.226,5 por tonelada em julho e US$ 1.622,9 a tonelada em agosto de 2010.
Fonte: Economia - IG
As exportações brasileiras de algodão subiram para 117,5 mil toneladas em agosto, contra 27,6 mil toneladas em julho e 72,7 mil toneladas no mesmo mês de 2010, de acordo com dados divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDC).
A colheita da safra 2010/11 avança para a fase final no País, e os produtores continuam dando prioridade à entrega de contratos fechados anteriormente. No acumulado deste ano, o País exportou 195,3 mil toneladas de algodão. A receita com as exportações em agosto totalizou US$ 251,2 milhões, contra US$ 61,4 milhões em julho e US$ 118 milhões em agosto de 2010.
O valor médio da tonelada de algodão negociada no mês passado foi de US$ 2.138, ante US$ 2.226,5 por tonelada em julho e US$ 1.622,9 a tonelada em agosto de 2010.
Fonte: Economia - IG
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Algodão: volume exportado por MT no semestre é o menor desde 2001
A quantidade acumulada de algodão mato-grossense exportada, no primeiro semestre deste ano, totalizou 17,2 mil toneladas. É o menor registro do período desde 2001, quando o Estado exportou 5,6 mil toneladas. De acordo com o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de produto começam a tomar corpo de julho em diante, tempo necessário para a colheita e beneficiamento da fibra.
Fonte: Só Notícias/Agronotícias
Fonte: Só Notícias/Agronotícias
Mato Grosso registra menor índice de exportação de algodão
O volume acumulado nas exportações do Mato Grosso no primeiro semestre deste ano totalizou 17,2 mil toneladas, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola (Imea). É o menor registro do período desde o ano de 2001, quando Mato Grosso exportou 5,6 mil toneladas.
Em relação ao ano passado, houve uma redução de 73,7% no acumulado semestral. Ao comparar com o acumulado do ano de 2009, a redução é ainda maior, 84,4%. A expectativa é que, com o aumento da produção nesta safra, as exportações recuperem estes patamares de volumes anteriores e também os estoques nacionais, tanto para consumo interno quanto para embarques ao Exterior.
As exportações de algodão devem começar a aumentar a partir de julho, quando se completa o tempo necessário para a colheita e beneficiamento da fibra.
Fonte: Mídia News
Em relação ao ano passado, houve uma redução de 73,7% no acumulado semestral. Ao comparar com o acumulado do ano de 2009, a redução é ainda maior, 84,4%. A expectativa é que, com o aumento da produção nesta safra, as exportações recuperem estes patamares de volumes anteriores e também os estoques nacionais, tanto para consumo interno quanto para embarques ao Exterior.
As exportações de algodão devem começar a aumentar a partir de julho, quando se completa o tempo necessário para a colheita e beneficiamento da fibra.
Fonte: Mídia News
terça-feira, 31 de maio de 2011
Senador Maggi critica falta de estrutura portuária para exportação de algodão
O senador do PR de Mato Grosso e dono do Grupo André Maggi, um dos grandes exportadores de soja do País, Blairo Maggi, destacou o potencial que os produtores brasileiros de algodão possuem para competir no mercado internacional. Porém, o parlamentar deixou claro que os problemas logísticos empacam este crescimento e tiram oportunidades de quem pensa em exportar o produto para outros países.
Segundo o senador, a safra brasileira de algodão 2011/2012 deve ter uma produção de cerca de 2 milhões de toneladas, das quais 851 mil toneladas serão exportadas, com aumento de 157% em relação ao total vendido ao exterior em 2004. Segundo ele, até 1996, o País não exportava nem uma tonelada de algodão.
“O Brasil hoje consegue vender algodão para o mercado de 2011, 2012, 2013 e 2014, até cinco anos para frente. Antes de plantar, já conseguimos colocar o nosso algodão em qualquer parte do mundo. Mas os nossos portos, as nossas rodovias e ferrovias não permitem que façamos uma exportação ao longo dos doze meses. Não temos portos preparados para estocagem de longo prazo, para fazer o estofamento dos contêineres e mandar durante os doze meses.”
Fonte: Porto Gente
Segundo o senador, a safra brasileira de algodão 2011/2012 deve ter uma produção de cerca de 2 milhões de toneladas, das quais 851 mil toneladas serão exportadas, com aumento de 157% em relação ao total vendido ao exterior em 2004. Segundo ele, até 1996, o País não exportava nem uma tonelada de algodão.
“O Brasil hoje consegue vender algodão para o mercado de 2011, 2012, 2013 e 2014, até cinco anos para frente. Antes de plantar, já conseguimos colocar o nosso algodão em qualquer parte do mundo. Mas os nossos portos, as nossas rodovias e ferrovias não permitem que façamos uma exportação ao longo dos doze meses. Não temos portos preparados para estocagem de longo prazo, para fazer o estofamento dos contêineres e mandar durante os doze meses.”
Fonte: Porto Gente
quinta-feira, 17 de março de 2011
Anea estima que exportações de algodão poderão superar as 630 mil toneladas
As perspectivas para o setor exportador de algodão são muito boas, na avaliação do presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), Marcelo Escorel. Segundo ele, a consequência da safra recorde 2010/2011, estimada pela associação em torno de 2 milhões de toneladas, será de uma exportação também recorde. “Os preços no mercado de algodão estão muito altos. Então, remuneram bem as novas vendas. E já começa a remunerar bem também a nova safra. De maneira que a gente prevê uma safra de 2012 também com um volume interessante”.
O presidente da Anea projeta que as exportações de algodão do Brasil alcancem na atual safra 630 mil toneladas. “Eu acho que é de 630 mil toneladas para mais. Depende muito do tamanho da safra. Parece que a produtividade vai ser muito boa”. Escorel admitiu, ainda, que os embarques poderão atingir até 700 mil toneladas este ano.
Ele apostou, inclusive, que a safra 2011/2012 poderá suplantar a atual. “Se a gente tivesse a foto de hoje, eu diria a você que sim”. Embora ressaltasse que as mudanças ocorrem com muita rapidez no mercado de algodão. Para Escorel, mantida a situação atual, a próxima safra poderá ser ainda maior que a de 2010/2011.
O presidente da Anea destacou que para o produtor nacional de algodão, a expansão da presença da China no mercado mundial é vista com bons olhos, ao contrário do que ocorre em relação à indústria. “[A China] é um mercado para o produtor brasileiro”. O problema da concorrência chinesa existe para o resto da cadeia, que envolve a indústria têxtil e de confecção.
Fonte: Agência Brasil
O presidente da Anea projeta que as exportações de algodão do Brasil alcancem na atual safra 630 mil toneladas. “Eu acho que é de 630 mil toneladas para mais. Depende muito do tamanho da safra. Parece que a produtividade vai ser muito boa”. Escorel admitiu, ainda, que os embarques poderão atingir até 700 mil toneladas este ano.
Ele apostou, inclusive, que a safra 2011/2012 poderá suplantar a atual. “Se a gente tivesse a foto de hoje, eu diria a você que sim”. Embora ressaltasse que as mudanças ocorrem com muita rapidez no mercado de algodão. Para Escorel, mantida a situação atual, a próxima safra poderá ser ainda maior que a de 2010/2011.
O presidente da Anea destacou que para o produtor nacional de algodão, a expansão da presença da China no mercado mundial é vista com bons olhos, ao contrário do que ocorre em relação à indústria. “[A China] é um mercado para o produtor brasileiro”. O problema da concorrência chinesa existe para o resto da cadeia, que envolve a indústria têxtil e de confecção.
Fonte: Agência Brasil
Conab prevê exportação recorde de algodão na safra 2010/2011
A exportação de algodão, prevista para a safra 2010/2011, da ordem de 630 mil toneladas, será um recorde histórico para o Brasil, afirmou à Agência Brasil o gerente da Área de Fibras e Produtos Especiais e Regionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério da Agricultura, Djalma de Aquino. Segundo ele, caso se confirme a safra estimada de 1,95 milhão de toneladas, os embarques de algodão nacional para o exterior poderão ser ainda maiores. “Vai depender de São Pedro”, disse, referindo-se às condições climáticas no país.
Os técnicos da Conab vão fazer este mês um trabalho em campo para saber o que foi plantado no país efetivamente, de modo a confirmar a projeção anterior feita para a safra, antes da conclusão do plantio. No ano passado, o volume de exportação de algodão atingiu 512 mil toneladas. Esse foi o segundo maior recorde brasileiro na área da cotonicultura. O primeiro foi registrado em 2008 e somou 532 mil toneladas.
Djalma de Aquino lembrou que as exportações brasileiras de algodão vêm mostrando uma trajetória de crescimento. Em 1999, no início do novo ciclo de cultura do algodão, com a mudança de plantio do Sul para a Região Centro-Oeste e a Bahia, e com maior uso de tecnologia, a produção nacional da fibra foi de 520 mil toneladas, com importações de 280 mil toneladas e exportações de apenas 4 mil toneladas.
Em 2000, as exportações subiram para 28,5 mil toneladas, passando para 147 mil toneladas no ano seguinte. As vendas ao exterior mantiveram, a partir daí, uma trajetória ascendente, com exceção de 2002 (110 mil toneladas), 2006 (305 mil toneladas) e 2009 (505 mil toneladas), que apresentaram diminuição em relação ao ano anterior.
A perspectiva é boa, garantiu Aquino. “O mais importante é que nós, praticamente, não estamos importando quase nada de algodão, salvo agora, nesse início de ano, que vai ter que entrar alguma importação, porque não existe algodão no mercado interno”. Para não deixar a indústria em falta, o governo federal autorizou a importação de até 250 mil toneladas, entre outubro de 2010 e maio de 2011, que corresponde ao auge da entressafra.
Ele afirmou, porém, que não está fácil adquirir algodão no mercado internacional porque a oferta está reduzida no mundo e os preços estão muito elevados. “Algodão virou ouro. É o ouro branco”. As grandes empresas estão atravessando a crise em melhores condições do que as pequenas e médias empresas, porque de modo geral elas têm um estoque de segurança, além de um bom acompanhamento de mercado. Por isso, ele acredita que a importação autorizada poderá não ser efetivada em sua totalidade.
Em relação ao consumo interno no ano passado, cujos números ainda não foram fechados, a previsão é que e tenham alcançado 1,015 milhão de toneladas no mercado. Para 2011, a projeção é de um consumo de 1,065 milhão de toneladas. Como a demanda este ano ficou um pouco reprimida, Aquino acredita que esse volume poderá não ser atingido porque há muitas pequenas e médias empresas fora do mercado. “Algumas pararam e outras estão funcionando parcialmente, em função do preço do algodão e da dificuldade de repasse de subprodutos como fio e tecido”.
A China se mantém como terceiro mercado importador do Brasil e, de acordo com as expectativas, poderá ampliar sua participação na balança comercial do algodão este ano. Em 2003, o mercado chinês importou do Brasil 17 mil toneladas de algodão. Em 2005, o volume foi elevado para 77,5 mil toneladas, caindo no ano seguinte para 21 mil toneladas. Em 2010, os chineses registraram o recorde de 84,5 mil toneladas importadas de algodão brasileiro. Os principais importadores do Brasil são a Indonésia e Coreia do Sul.
Djalma Aquino acredita que caso se confirme a safra recorde nacional 2010/2011, o volume de compra pela China poderá se ampliar. “Porque o consumo dela [China] está aumentando”. Os Estados Unidos são o principal mercado fornecedor para a China que é, também, um potencial cliente do Brasil, disse o gerente da Conab.
Fonte: Agência Brasil
Os técnicos da Conab vão fazer este mês um trabalho em campo para saber o que foi plantado no país efetivamente, de modo a confirmar a projeção anterior feita para a safra, antes da conclusão do plantio. No ano passado, o volume de exportação de algodão atingiu 512 mil toneladas. Esse foi o segundo maior recorde brasileiro na área da cotonicultura. O primeiro foi registrado em 2008 e somou 532 mil toneladas.
Djalma de Aquino lembrou que as exportações brasileiras de algodão vêm mostrando uma trajetória de crescimento. Em 1999, no início do novo ciclo de cultura do algodão, com a mudança de plantio do Sul para a Região Centro-Oeste e a Bahia, e com maior uso de tecnologia, a produção nacional da fibra foi de 520 mil toneladas, com importações de 280 mil toneladas e exportações de apenas 4 mil toneladas.
Em 2000, as exportações subiram para 28,5 mil toneladas, passando para 147 mil toneladas no ano seguinte. As vendas ao exterior mantiveram, a partir daí, uma trajetória ascendente, com exceção de 2002 (110 mil toneladas), 2006 (305 mil toneladas) e 2009 (505 mil toneladas), que apresentaram diminuição em relação ao ano anterior.
A perspectiva é boa, garantiu Aquino. “O mais importante é que nós, praticamente, não estamos importando quase nada de algodão, salvo agora, nesse início de ano, que vai ter que entrar alguma importação, porque não existe algodão no mercado interno”. Para não deixar a indústria em falta, o governo federal autorizou a importação de até 250 mil toneladas, entre outubro de 2010 e maio de 2011, que corresponde ao auge da entressafra.
Ele afirmou, porém, que não está fácil adquirir algodão no mercado internacional porque a oferta está reduzida no mundo e os preços estão muito elevados. “Algodão virou ouro. É o ouro branco”. As grandes empresas estão atravessando a crise em melhores condições do que as pequenas e médias empresas, porque de modo geral elas têm um estoque de segurança, além de um bom acompanhamento de mercado. Por isso, ele acredita que a importação autorizada poderá não ser efetivada em sua totalidade.
Em relação ao consumo interno no ano passado, cujos números ainda não foram fechados, a previsão é que e tenham alcançado 1,015 milhão de toneladas no mercado. Para 2011, a projeção é de um consumo de 1,065 milhão de toneladas. Como a demanda este ano ficou um pouco reprimida, Aquino acredita que esse volume poderá não ser atingido porque há muitas pequenas e médias empresas fora do mercado. “Algumas pararam e outras estão funcionando parcialmente, em função do preço do algodão e da dificuldade de repasse de subprodutos como fio e tecido”.
A China se mantém como terceiro mercado importador do Brasil e, de acordo com as expectativas, poderá ampliar sua participação na balança comercial do algodão este ano. Em 2003, o mercado chinês importou do Brasil 17 mil toneladas de algodão. Em 2005, o volume foi elevado para 77,5 mil toneladas, caindo no ano seguinte para 21 mil toneladas. Em 2010, os chineses registraram o recorde de 84,5 mil toneladas importadas de algodão brasileiro. Os principais importadores do Brasil são a Indonésia e Coreia do Sul.
Djalma Aquino acredita que caso se confirme a safra recorde nacional 2010/2011, o volume de compra pela China poderá se ampliar. “Porque o consumo dela [China] está aumentando”. Os Estados Unidos são o principal mercado fornecedor para a China que é, também, um potencial cliente do Brasil, disse o gerente da Conab.
Fonte: Agência Brasil
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Rondonópolis lidera ranking das exportações em Mato Grosso
O município de Rondonópolis lidera o ranking das exportações de Mato Grosso. Indústrias e empresas instaladas na cidade exportaram em US$ 872,262 milhões ao longo de 2010, à frente das cidades de Sapezal, com US$ 558,390 milhões em exportação, de Nova Mutum, com US$ 493,783 milhões, e de Cuiabá, com US$ 465,729 milhões. Contudo, a quantia local enviada ao exterior em 2010 foi 4,88% menor do que o registrado em 2009, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
As exportações de Rondonópolis foram equivalentes a 14,76% da quantia geral de Mato Grosso no ano passado, que chegou a US$ 5,948 bilhões. Os produtos mais enviados ao exterior pela cidade foram os resíduos sólidos obtidos da extração do óleo de soja, com US$ 518,166 milhões, além do algodão, com US$ 129,343 milhões, e dos grãos de soja, com US$ 97,231 milhões. As carnes de suínos somaram em 2010 um volume em valores da ordem de US$ 66,651 milhões e o óleo de soja bruto, US$ 29,110 milhões. Vale ressaltar que houve um aumento ano passado de 56,27% nas exportações de grãos de soja, item em que a cidade vinha perdendo espaço para cidades produtoras.
Os principais destinos da exportação rondonopolitana foram os Países Baixos (US$ 148,027 milhões), a França (US$ 121,599 milhões) e a China (US$ 110,659 milhões). O melhor mês de 2010 para as exportações em Rondonópolis foi junho, com um volume em valores da ordem de US$ 95,031 milhões. Na região sul do Estado, além de Rondonópolis, se destacou nas exportações o município de Alto Araguaia, servido pela ferrovia, onde o volume em valores enviado ao exterior passou de US$ 65,325 milhões (2009) para US$ 453,030 milhões (2010).
Na área das importações, Rondonópolis também foi a principal base comercial de Mato Grosso, com valores na ordem de US$ 458,089 milhões. Os outros municípios mato-grossenses que mais importaram foram as cidades de Alto Araguaia, com US$ 171,048 milhões, e Cuiabá, com US$ 121,827 milhões. Os principais itens importados em Rondonópolis foram insumos agrícolas na área de fertilizantes, além de máquinas industriais e insumos industriais. As principais origens foram a República de Belarus (US$ 135,637 milhões), a Rússia (US$ 104 milhões) e o Canadá (US$ 40,928 milhões). O mês de maior importação foi julho, com US$ 65,595 milhões movimentados.
O saldo da balança comercial de Rondonópolis, calculando a diferença entre as exportações e as importações, apresentou superávit da ordem de US$ 420,173 milhões.
Fonte: Notícias NX
As exportações de Rondonópolis foram equivalentes a 14,76% da quantia geral de Mato Grosso no ano passado, que chegou a US$ 5,948 bilhões. Os produtos mais enviados ao exterior pela cidade foram os resíduos sólidos obtidos da extração do óleo de soja, com US$ 518,166 milhões, além do algodão, com US$ 129,343 milhões, e dos grãos de soja, com US$ 97,231 milhões. As carnes de suínos somaram em 2010 um volume em valores da ordem de US$ 66,651 milhões e o óleo de soja bruto, US$ 29,110 milhões. Vale ressaltar que houve um aumento ano passado de 56,27% nas exportações de grãos de soja, item em que a cidade vinha perdendo espaço para cidades produtoras.
Os principais destinos da exportação rondonopolitana foram os Países Baixos (US$ 148,027 milhões), a França (US$ 121,599 milhões) e a China (US$ 110,659 milhões). O melhor mês de 2010 para as exportações em Rondonópolis foi junho, com um volume em valores da ordem de US$ 95,031 milhões. Na região sul do Estado, além de Rondonópolis, se destacou nas exportações o município de Alto Araguaia, servido pela ferrovia, onde o volume em valores enviado ao exterior passou de US$ 65,325 milhões (2009) para US$ 453,030 milhões (2010).
Na área das importações, Rondonópolis também foi a principal base comercial de Mato Grosso, com valores na ordem de US$ 458,089 milhões. Os outros municípios mato-grossenses que mais importaram foram as cidades de Alto Araguaia, com US$ 171,048 milhões, e Cuiabá, com US$ 121,827 milhões. Os principais itens importados em Rondonópolis foram insumos agrícolas na área de fertilizantes, além de máquinas industriais e insumos industriais. As principais origens foram a República de Belarus (US$ 135,637 milhões), a Rússia (US$ 104 milhões) e o Canadá (US$ 40,928 milhões). O mês de maior importação foi julho, com US$ 65,595 milhões movimentados.
O saldo da balança comercial de Rondonópolis, calculando a diferença entre as exportações e as importações, apresentou superávit da ordem de US$ 420,173 milhões.
Fonte: Notícias NX
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Rondonópolis: exportações crescem 51% em novembro
As exportações rondonopolitanas somaram, em novembro, US$ 69,8 milhões. Valor 51,03% superior ao mesmo período do ano passado, quando chegaram US$ 46,2 milhão, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No ano, as negociações somaram US$ 817,9 milhões, tendo queda de 6,6% relacionada aos onze meses de 2009, quando totalizaram US$ 876,3 milhões.
O bagaço e outros resíduos sólidos da soja foram os mais enviados para o mercado exterior, com US$ 488,5 milhões em negócios gerados. Em seguida está o algodão, com US$ 118,2 milhões. Outros grãos de soja mesmo triturados aparecem em terceiro, US$ 91,8 mil comercializados. Mais 33 produtos aparecem na lista de exportados.
Ao todo 30 países compõem a lista de principais compradores. Os Países Baixos (Holanda) são os que mais negociaram, US$ 133,4 milhões. Em seguida aparece a França, com US$ 112 milhões e, a China, em terceiro, com pouco mais de US$ 109 milhões.
Fonte: Só Notícias
O bagaço e outros resíduos sólidos da soja foram os mais enviados para o mercado exterior, com US$ 488,5 milhões em negócios gerados. Em seguida está o algodão, com US$ 118,2 milhões. Outros grãos de soja mesmo triturados aparecem em terceiro, US$ 91,8 mil comercializados. Mais 33 produtos aparecem na lista de exportados.
Ao todo 30 países compõem a lista de principais compradores. Os Países Baixos (Holanda) são os que mais negociaram, US$ 133,4 milhões. Em seguida aparece a França, com US$ 112 milhões e, a China, em terceiro, com pouco mais de US$ 109 milhões.
Fonte: Só Notícias
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Apex quer fortalecer exportações de produtos industrializado
A Apex apoia hoje cerca de 13 mil empresas brasileiras de 80 setores produtivos.
Fonte: DCI
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Algodão: Abrapa estima exportação de 520 mil toneladas em 2010
Brasília, 6 - As exportações brasileiras de algodão devem chegar a 520 mil toneladas este ano, segundo estimativa do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Haroldo Cunha
As exportações brasileiras de algodão devem chegar a 520 mil toneladas este ano, segundo estimativa do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Haroldo Cunha. Até novembro, as vendas totalizaram 472,7 mil toneladas, que representaram US$ 752,665 milhões. "É um número que nos surpreende, mas que é explicado pela pressão do mercado internacional", afirmou Cunha. De acordo com ele, as importações do produto devem chegar a 60 mil toneladas este ano. Até maio de 2011, a indústria têxtil será beneficiada pela isenção da tarifa de importação, autorizada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). A medida foi tomada em função da escassez do produto no mercado doméstico, causada pela disparada dos preços no mercado internacional, que levou a fechamento de contratos antecipados. Em relação às vendas brasileiras, Cunha destacou o posicionamento da China no ranking dos maiores importadores. Até outubro, o país adquiriu 75 mil toneladas de algodão brasileiro, tornando-se o terceiro maior importador. "Há alguns anos não se vendia mais do que 20 mil toneladas por ano", comparou o presidente da Abrapa. Cunha deixa o cargo hoje para assumir a presidência do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), fundado em 7 de junho como uma consequência das negociações do contencioso do algodão no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em seu lugar na Abrapa ficará Sérgio De Marco. <b>Capacidade instalada</b> O Brasil atingirá sua capacidade máxima instalada de produção de algodão na safra 2010/2011, segundo o novo presidente da Abrapa, Sérgio De Marco. De acordo com ele, a expectativa é de colher um total de 1,8 milhão de toneladas. Para se obter esse volume de produção, conforme De Marco, o número de colheitadeiras existentes no País hoje é suficiente, mas está no limite. "Coincidentemente, começou a safra hoje e a colheita será em julho de 2011", observou. O presidente da Abrapa destacou que, para atender a essa produção, os cotonicultores estão utilizando "um monte de colheitadeiras que estavam encostadas". Desse total previsto de produção, 700 mil toneladas já foram vendidas a US$ 0,75 por libra peso e outras 300 mil toneladas a US$ 1,00 por libra peso, aproveitando o preço elevado da commodity, que hoje já se encontra no dobro deste patamar. Nem tudo é voltado à exportação, conforme De Marco. "Boa parte é da indústria local, que se atentou também à questão de oferta do produto", afirmou. As cerca de 800 mil toneladas restantes não devem ser comercializadas antecipadamente pelos produtores porque, entre outros fatores, é preciso deixar uma margem para uma possível quebra de safra. Para produzir 1,8 milhão de toneladas, o Brasil deve plantar 1,26 milhão de hectares neste ciclo. A área é praticamente 50% superior à da safra passada (838 mil hectares). Como o plantio segue até meados de fevereiro, o produtor apenas pensará em investir em novas colheitadeiras a partir de julho, quando os preços da commodity devem ter se estabilizado. "Tem que primeiro passar esta safra. Antes de julho de 2011 não vai precisar de mais do que se tem", disse De Marco. O novo presidente da Abrapa destacou ainda que, apesar da indústria têxtil doméstica alegar que consome de 800 a 900 mil toneladas de algodão por ano, a expectativa da entidade é a de que essa demanda já atinja um total de 1,1 milhão de toneladas.
Fonte: Agência Estado
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