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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

China é o principal destino do algodão mato-grossense

Coreia do Sul e Vietnã aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente

A China foi o principal destino do algodão produzido no Mato Grosso em julho, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Os chineses compraram 1,9 mil toneladas de algodão em pluma, o que representa 23% do total exportado no mês.

A Coreia do Sul e o Vietnã, países que possuem grande importância no mercado de tecidos para roupas, aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

No total, foram exportadas 8,1 mil toneladas de algodão pelo Estado, de acordo com a Scot Consultoria.

O porto de Paranaguá (PR) continua sendo a principal porta de saída do algodão mato-grossense, sendo responsável por 52,3% dos embarques no acumulado do ano.

Fonte: Mídia News

terça-feira, 26 de abril de 2011

Algodão baiano está na mira dos investidores chineses

A Bahia se aproveitou muito bem da atual corrida chinesa

PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Tanto que uma missão de empresários da China visitará o estado no próximo mês para analisar a viabilidade de instalar uma unidade têxtil ou mesmo uma fábrica de óleo de algodão em território baiano. Outro grupo do país asiático deve chegar em meados de maio para analisar a produção de charutos, que poderá ser exportada para os chineses.

Depois de obter investimentos em um polo industrial para a soja, na cidade de Barreiras, o estado já conversa com empresas da Coreia do Sul também interessadas na soja brasileira. Além disso, durante uma visita à China, representantes do estado, liderados pelo governador Jaques Wagner, visitaram a indústria Hopefull Group Grain Oil Food, com o intuito de captar mais investimentos para industrializar o algodão produzido na região.

Na visita a Pequim, o secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, esteve na Hopefull Group Grain Oil Food e ouviu de seu presidente a promessa de ajuda, com objetivo de industrializar o algodão baiano. Shi Kerong, presidente da Hopefull, teria dito ao secretário que o foco da empresa no momento é a soja, mas que possui parcerias com indústrias têxteis e pode auxiliar a Bahia a industrializar o algodão. "Buscamos parcerias para a instalação de uma indústria têxtil chinesa na Bahia. O estado é o segundo maior produtor de algodão do País, possui as melhores fibras, muito parecidas com as do Egito, e ainda não temos nenhuma industria têxtil por aqui. Queremos, além de vender o algodão em fardo, como fazemos hoje, processar a fibra na Bahia para agregar mais valor", contou Salles com exclusividade para o DCI. "Já agendamos para o mês de maio uma visita do grupo chinês à Bahia para darmos continuidadeA Bahia produz 3,9 mil quilos de algodão por hectare e para a safra 2010/2011, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção deve atingir 1,5 milhão de toneladas, um crescimento de 48,6% em relação à safra 2009/2010, que foi de 1,017 milhão de toneladas. A área plantada cresceu os mesmos 48,6%, passando de 268,8 mil hectares na safra anterior, para 387,5 mil hectares.

O secretário não soube dizer detalhes sobre a indústria, mas contou que o estado levou à China alguns folders explicativos sobre as vantagens de se investir no estado. "Nós fizemos um folder muito explicativo sobre a agroindustrialização da Bahia, todo em chinês e inglês, e todos os potenciais para se investir no estado. Colocamos também quais os incentivos fiscais que são dados. Eles ganharão uma série de incentivos, como o programa "desenvolve", que chega a dar 82% de desconto no ICMS. Nós temos os terrenos para a indústria e oferecemos parte de infraestrutura básica, como água e energia. Resumindo: é um prato cheio", comentou.

Mas não é só da China que os investimentos devem chegar. Salles contou que fez uma visita a Seul, na Coreia do Sul, para uma reunião com os executivos da Samsung e da AT Korea Agro- Fisheries Trade Corporation, também interessados em investir na Bahia, no segmento da soja. Segundo o secretário, essa reunião serviu para dar continuidade às conversações iniciadas em março, quando o presidente da AT, Young Je Ha, e executivos da Samsung estiveram na Bahia e visitaram fazendas de soja e de milho no município de Luis Eduardo Magalhães. "Naquela ocasião conversamos apenas sobre a comercialização de grãos como a soja, o milho e o algodão." Além do interesse na soja e no algodão, os asiáticos também visualizaram boas oportunidades na comercialização dos charutos da região. Uma delegação composta por empresários e representantes do governo da China irá à Bahia, de 8 a 15 de maio com a missão de confirmar que o estado é livre de Mofo Azul, praga que afeta a cultura do fumo, e autorizar a exportação. Atualmente, a produção é de cinco milhões de charutos por ano, concentrada em oito municípios do recôncavo. A expectativa é de que, com a liberação para a exportação para a China, a produção dobre. "Nós estamos pedindo uma cota de exportação de 10 milhões de charutos por ano. Quando eles vierem acredito que já bateremos o martelo", comemorou Salles.

Fonte: Mídia News

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Câmbio desfia a indústria têxtil

Apesar de trabalhar com 47% dos componentes chineses, indústria têxtil ainda é a 2ª maior geradora de emprego

MARCHANDO PARA ROMBO EXTERNO 47% MAIOR EM 2010, CRESCIMENTO DO SETOR É "ENGOLIDO" PELAS IMPORTAÇÕES

Segundo o coordenador da área internacional da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Domingos Mosca, o setor vai amargar um déficit de US$ 6 bilhões em 2011. Além disso, esse segmento da indústria nacional deverá ficar estagnado este ano.

"O crescimento projetado até dezembro, em torno de 5%, deverá ser totalmente absorvido pelas importações", disse, revelando que, no primeiro trimestre, o déficit comercial do setor foi 47,3% superior ao do mesmo período de 2009.

Em termos absolutos, entre janeiro e março, o setor ficou no vermelho em US$ 1.177,9 milhões. Em 2009, o déficit era de US$ 799,9 milhões.

"O resultado não é nada animador, mas é fruto do câmbio valorizado", disse, acrescentando que as projeções foram feitas com base no dólar a R$ 1,70. De lá para cá a moeda norte-americana já está na casa do R$ 1,50.

Mosca revelou que a China responde por 47% do que o Brasil importa. Para ele, visitas como a da presidente Dilma Rousseff àquele país não produzem resultados no curto prazo: "Ela não está tratando somente desse setor nem mesmo somente de comércio, mas também de investimentos. Não tenho razão para crer em mudança de cenário no curto prazo."

Segundo ele, a Abit procura se defender com os instrumentos legais disponíveis. "Procuramos sobreviver investindo para melhorar a produtividade. Somente ano passado, a compra de equipamentos, instalações, capital de giro e treinamento consumiu US$ 1 bilhão em investimentos."

O setor têxtil gera 1,3 milhão de empregos diretos e cerca de oito milhões de postos de trabalho indiretos. Em termos de demanda por mão-de-obra, é o segundo setor industria brasileira, segundo o IBGE.

Fonte: Monitor Mercantil

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Bahia busca na China investimentos para agroindustrializar o algodão

Depois de atrair investimentos para a agroindustrialização da soja no Oeste baiano, a Secretaria da Agricultura trabalha com o objetivo de agroindustrializar o algodão baiano e já vê a possibilidade de implantar uma indústria com esse objetivo. Nesta terça-feira, (12), em Pequim, o secretário da agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, visitou a indústria Hopefull Group Grain Oil Food, e ouviu do seu presidente a promessa de ajudar com esse objetivo. Shi Kerong, presidente da Hopefull, disse ao secretário que “nosso foco é a soja, mas temos parcerias com a indústria têxtil e podemos ajudar a Bahia a industrializar o algodão”. Celito Missio, vice-presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão, Abapa, acompanhou o secretário na visita à Hopefull, localizada a 30 quilômetros de Pequim, onde foram recebidos também pelo presidente executivo do grupo. Os contatos iniciais com a indústria foi feita pelo Escritório da Bahia em Pequim, que vem apresentando resultados positivos.


Eduardo Salles lembrou que a Bahia é o segundo maior produtor nacional de algodão, atrás apenas do Mato Grosso, mas não possui uma grande indústria têxtil. “Nós queremos mudar essa realidade, agregando valor ao produto e gerando emprego e renda”. O algodão baiano tem excelente produtividade, com 3.900 quilos por hectare, e para a safra 2010/2011, segundo estimativa da Conab no mês de março, é de 1,511 milhão de toneladas, o que representa crescimento de 48,6% em relação à safra 2009/2010, que foi de 1,017 milhão de toneladas. A área plantada cresceu também 48,6%, passando de 268,8 mil hectares para 387,5 mil hectares.


Além de auxiliar a Bahia na industrialização do algodão, a Hopefull, uma indústria privada de esmagamento de soja que tem capital de 3 bilhões de dólares, deseja comprar soja da Bahia, importando navios fechados. A capacidade instalada é de processar 3 milhões de toneladas/ano, equivalente a praticamente toda produção de soja do Oeste baiano, que é de 3,3 milhões de toneladas.


O presidente da indústria, que tem uma ferrovia e fabulosa logística para escoar a produção, disse ao secretário que a intenção do grupo é industrializar e também comprar a soja baiana diretamente dos produtores, e investir em logística e portos na Bahia.


“A visita à indústria foi muito gratificante”, disse Eduardo Salles, informando que “já agendamos para o mês de maio uma visita do grupo à Bahia para darmos continuidade às conversações”.


SAMSUNG
Nesta quart

a-feira, (13), o secretário Eduardo Salles e o superintende de Atração de Investimentos, Jairo Vaz, seguem para Seul, na Coréia do Sul, para uma reunião com os executivos da Samsung e da AT Korea Agro-Fisheries Trade Corporation, também interessados em investir na Bahia, no segmento soja. Na reunião com os empresários coreanos, Salles e Vaz darão continuidade às conversações iniciadas em 16 de março passado, quando o presidente da AT, Young Je Ha, e executivos da Samsung estiveram na Bahia e visitaram fazendas de soja e de milho no município de Luis Eduardo Magalhães.


A Coréia do Sul é o sétimo maior importador de grãos do mundo e está com os olhos voltados para a Bahia diante da necessidade de importar alimentos e por encontrar no Estado produtos agropecuários com qualidade e regularidade.


RODADA DE NEGÓCIOS


Ainda na terça-feira, (12), o secretário e os produtores baianos que fazem parte da missão participaram de rodadas de negócios e de um dia de trabalho com mais de pessoas, que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, MDIC, Fernando Pimentel, do vice-ministro do MDIC, Alessandro Teixeira, e do presidente da Apex, Maurício Borges.


Ao discursarem, tanto a presidenta Dilma Rousseff quanto o ministro Pimentel citaram Jaques Wagner, único governador a compor a comitiva presidencial, destacando as ações do governo baiano na China.

Fonte: Jornal Nova Fronteira

terça-feira, 5 de abril de 2011

Indústria têxtil pede redução de impostos para competir com a China

O presidente da Câmara, Marco Maia, reuniu-se há pouco com o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Agnaldo Diniz Filho. O empresário reivindicou a redução da carga tributária, afirmando que a indústria brasileira está ameaçada pelos produtos chineses.

Segundo ele, as importações brasileiras de produtos têxteis em 2010 superaram as exportações em 3,5 bilhões de dólares (cerca de R$ 5,9 bilhões). A previsão para 2011 é de um déficit de 6 bilhões de dólares (cerca de R$ 10,2 bilhões), o que representa 250 mil empregos não gerados no Brasil.

Diniz convidou Marco Maia para participar do relançamento da Frente Parlamentar Mista pelo Desenvolvimento da Indústria Têxtil, às 17h30, no Salão Nobre.

Fonte: Rádio Câmara

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Algodão: área cresce 4,1% na China, para cerca de 5,17 mi de hectares

A área em acres de algodão este ano na China cresceu 4,1%, para cerca de 5,17 milhões de hectares, uma vez que os agricultores buscam aumentar os preços, conforme o Instituto de Pesquisa sob a Academia Chinesa de Ciência Agrícola disse em uma entrevista nesta quarta-feira, após avaliar 3,392 plantios familiares do país.

A estimativa é menor do que o publicado pelo governo sobre a área crescente em acres de algodão, para 5,3 milhões de hectares em 2011. Esse número é muito menor do que a previsão da Associação de Algodão da China, de 5,64 milhões de hectares em 2011.

A falta de políticas de proteção e violentas flutuações de preços estão, também, prejudicando a estabilidade da área em acres do algodão, o Instituto disse no relatório, e pediu ao governo para estabelecer o mínimo preço de compra do algodão em cerca de CNY7,6 por quilo.

A média do preço do algodão em 2010 foi de CNY17,859 por hectare, acima em 98% do ano anterior, com altos preços.

Fonte: Agência Safras

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Chineses estocam algodão em casa



[China]
O produtor de algodão Yu Feng é um de muitos chineses que estocam a mercadoria em casa. Ele tem 3.500 quilos













Yu Lianmin produtor de algodão de Huji, China, colheu 3.000 quilos da mercadoria este ano. Apesar dos preços recordes do algodão, ele não vendeu nada.
Em vez disso, o produto está empilhado em dois quartos vazios de sua casa, e nas casas de muitos produtores rurais neste pequeno vilarejo chamado Yujia, parte de um município maior no norte da Província de Shandong, 354 quilômetros ao sudeste de Pequim. Os produtores estão esperando que o preço suba ainda mais, para ajudá-los a compensar os custos maiores com mão de obra e fertilizante, que subiram 20% no último ano.
"Acho que ainda há esperança de que os preços subam mais", disse Yu.
Não se sabe qual é o estoque de algodão nos vilarejos chineses, mas, com 25 milhões de produtores rurais da commodity, a agência chinesa que supervisiona a produção calcula que ele pode equivaler a 9% da oferta mundial de algodão. E a situação está ocorrendo em toda a cadeia de suprimento. Muitos descaroçadores e comerciantes de algodão do país estão mantendo seus armazéns cheios numa tentativa de obter preços mais altos, segundo a agência.
As expectativas de alta é que estão impulsionando a estocagem, que causa escassez no curto prazo e impulsiona ainda mais os preços. A situação está complicando um cenário já volátil para o algodão, que atingiu a maior cotação em 140 anos nos Estados Unidos e também se tornou um símbolo da inflação das commodities que está despontando no mundo inteiro.
A China, maior consumidor mundial de algodão, é também a maior peça no quebra-cabeça mundial da commodity, ainda que não seja a única. A Índia parou em março de divulgar dados sobre o consumo de algodão de suas tecelagens, bem como exportações e importações, citando uma mudança no sistema de computadores. O Paquistão, terceiro maior consumidor, só divulga dados sobre a produção de algodão, o consumo ou estoques três anos depois de cada lavoura. O Uzbequistão, terceiro maior exportador, se recusa a divulgar dados sobre exportação ou estoque, o que faz dele um alvo constante de boatos, segundo a Comissão Internacional de Assessoria do Algodão, uma associação de governos de países que produzem, consomem e comercializam o produto.
Para piorar, não há dados disponíveis sobre o estoque de algodão no Brasil, na Argentina e no México.
"O problema de não divulgar os dados ao mercado é que a falta de informação gera boatos e especulação intermináveis", diz Terry Townsend, diretor executivo da comissão.
Boa parte da alta tem sido impulsionada por temores de que o mundo esteja ficando com escassez de algodão, em boa parte por causa da demanda da China, cujas importações têm crescido. As importações chinesas de algodão mais que dobraram em dezembro de 2010 frente ao ano anterior. Mas com pilhas e pilhas de algodão aparentemente sendo estocadas no país inteiro, alguns argumentam que há mais da commodity disponível e que as importações chinesas podem cair significativamente quando esse algodão entrar no mercado.
O efeito de tanto armazenamento, aparentemente com fins especulativos, é que um mercado já sob pressão — a produção tem caído enquanto a demanda tem subido — se tornou ainda mais turbulento.
Na China, os comerciantes geralmente fazem suas próprias pesquisas com os produtores. Mas para pessoas de outros lugares há poucas maneiras de obter essas informações. O governo chinês também tem estocado algodão em sua reserva estratégica, e dá poucos detalhes sobre quanto tem e qual é a qualidade.
"É difícil saber se há uma escassez artificial na China causada por especulação, ou se há escassez de verdade", disse Jordan Lea, presidente da americana Eastern Trading Co., que compra e vende algodão. "Temos acreditado que a China e outros países vão precisar importar mais algodão americano. Mas se isso não for o caso, o mercado vai cair." Os EUA são o maior exportador mundial de algodão.
Essa incerteza ajudou a piorar as oscilações no mercado de algodão e gerou reclamações de vários governos, produtores e consumidores do produto no mundo inteiro. Em 2010, o algodão foi o mais volátil de uma lista de 53 commodities negociadas em bolsa, segundo a Comissão Internacional de Assessoria do Algodão. A estocagem chinesa com fins especulativos é uma das maiores preocupações, afirma a comissão. O algodão atingiu a maior cotação dos últimos 140 anos na quinta-feira passada, fechando a US$ 1,6939 a libra na ICE Futures. No dia seguinte a cotação caiu 4,64 centavos de dólar, ou 2,7%, para US$ 1,6475.
"É um círculo vicioso de acumulação de matéria-prima e de riscos. Não sabemos quando tudo vai explodir", diz Gong Wenlong, diretor-presidente do Centro Nacional de Informação sobre Algodão da China, uma firma de dados financiada pelo governo. Ele calcula que 1,94 milhão de toneladas de algodão estão sendo mantidas fora do mercado, ante uma produção chinesa de 6,14 milhões de toneladas no ano passado.
Em Yujia, mais de 90% dos moradores ganham a vida plantando algodão. A cada inverno, intermediários dirigem até o vilarejo para comprar algodão dos produtores. Mas este ano tem havido poucas transações.
O algodão é produzido aqui há gerações. Yu, que planta algodão há mais de dez anos, diz que este é o melhor ano que já viu para a cotação do algodão. O preço subiu logo no início da safra e depois caiu no fim do ano passado, antes de subir de novo. Durante a baixa, Yu decidiu esperar por um preço melhor.
"Não podíamos aceitar os preços", diz Yu. Ele diz que mantém seu algodão em duas salas vazias de sua casa, que divide com os pais, por trás de portas trancadas para protegê-lo de incêndio e roubo.
Mais de 50% do algodão colhido em Huji ainda está sendo armazenado por produtores como Yu, diz Yu Dingyue, um diretor de semeadura que supervisiona mais de dez vilarejos. Shandong é a província chinesa com a segunda maior produção de algodão.

Fonte: The Wall Street Journal

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Agronegócio: cai produção de algodão na China

A produção de algodão na China (foto) deverá registrar baixa de 2,1% neste ano, alcançando 6,65 milhões de toneladas. A associação que congrega o setor de algodão na China afirmou ontem que essa projeção excede em 20 mil toneladas a estimativa anterior. Os produtores ainda não definiram a área a ser plantada na próxima safra, já que os preços oscilaram muito.


Fonte: IG